Nos planos de aula aplicados pude
observa as características dos alunos, o desenvolvimento, o relacionamento
professor e aluno e vice versa, as tendências metodológicas da docência, a
atuação do docente em sala de aula, os conteúdos e objetivos trabalhados em
cada aula e a definição do modo de avaliação.
Lecionando a aula que propus tive a intenção de poder aprender a dinâmica
de cada aula e cada professor com seus métodos, técnicas e procedimentos
docentes, além de presenciar as dificuldades pedagógicas encontradas em cada
conteúdo e aula.
Em
todo esse tempo como participante no curso de Estágio Supervisionado II pude
perceber a influência do professor com seus alunos, e de seus educandos com
seus docentes, de como os dois se aprimoram na troca de conhecimentos. Durante
este exercício de planejamento percebi a importância desta ação para alcançamos
os objetivos idealizados para as aulas, assim podendo preparar-se as diversidades
de sala de aula.
Identificação
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Tema
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Múltiplos e divisores
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Prof.
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Vilmar Costa Silva
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e-mail
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vilmar.mat@outlook.com
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Curso
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Licenciatura em Matemática
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Universidade Federal de Mato Grosso
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Considerações prévias: Para dar início a esta aula, será necessário explicarmos o
funcionamento dela, esclarecendo que seu desenvolvido ocorrerá a partir de algumas interrogações. Assim, o
professor antecipa aos alunos o que será trabalhado durante a aula. Isto é
relevante, pois muitos alunos concluem o ensino fundamental sem compreender o
cálculo e as aplicações do MDC e do MMC. Este é o principal objetivo desta
aula: apresentar uma interpretação geométrica para o máximo divisor comum e
para o mínimo múltiplo comum. Desta forma, acredita-se que é possível ampliar o
entendimento dos alunos sobre estes conceitos.
Nesta aula, teremos como
objetivos particulares:
Reconhecer os múltiplos e divisores de um número
a partir da análise de esquemas gráficos e;
Encontrar os divisores e múltiplos de um número.
A
metodologia que utilizaremos para cumprir tais objetivos é o de Ensino de Matemática via matemática
crítica.
Os procedimentos serão
divididos em 5 momentos: o primeiro centrará na prática social inicial. O segundo consiste na problematização. O terceiro é a instrumentalização,
já no quarto ocorre à catarse,
que se refere à aprendizagem dos alunos e
o último é a prática social final, que é a ação voltada para a vida
prática dos alunos. Para analisarmos se
os objetivos propostos inicialmente foram cumpridos, os alunos irão passar por
uma avaliação descrita abaixo. Durante esta atividade o aluno é levado a
um processo de exploração, juntamente com a procura da sua explicação e
concretização. O estudante será
incentivado a buscar conceitos matemáticos que possa ser aplicado no cotidiano,
assim aumentando seu processo de criatividade.
Número de participantes: 8
Carga horária: 1 hora
Público alvo: 6º ano (Ensino
Fundamental)
Recursos necessários:
Quadro, giz ou pincel, papel
milimetrado, régua, lápis de cor e textos sobre os conteúdos em pauta.
Obs.: Por
praticidade, definiremos a área de cada quadradinho do papel milimetrado como a
unidade de área.
Método: A dimensão crítica defendida
pelo autor em relação à Educação Matemática Crítica está relacionada com o
propósito de enfatizar a importância de uma educação que propicie algo mais que
somente informação, mas também capacite cidadãos a se comprometerem com
questões culturais, sociais e políticas que envolvem sua realidade. Este
desafio demanda um processo de formação no qual o indivíduo seja exposto a
situações de aprendizagem que o estimulem a pensar, a questionar, a conhecer o
contexto histórico, a incerteza, os diferentes pontos de vista e a estabelecer relações
entre o conteúdo apreendido e a realidade na qual está inserido.
No âmbito da Educação
Matemática e das aulas de Matemática discussões sobre este papel da escola
aparecem pautadas nos domínios da Educação Matemática Crítica, sobre a qual
Skovsmose (2001), destaca alguns interesses: (1) preparar os alunos para o
exercício consciente da cidadania; (2) estabelecer a matemática como um
instrumento para analisar características críticas de relevância social; (3)
considerar os interesses dos alunos; (4) considerar conflitos culturais e
sociais nos quais a escolaridade se dá; (5) refletir sobre a matemática e seus
usos; (6) estimular a comunicação em sala de aula, uma vez que as
inter-relações oferecem uma base para a vida democrática.
Para que o processo educativo viabilize o
desenvolvimento de competência crítica, ele deve ser entendido tanto pelo
professor quanto pelos alunos como um movimento dialógico. Afinal, será por
meio do diálogo que o aluno terá possibilidades de reconhecer suas
potencialidades, desenvolvendo sua postura crítica.
Introdução: Duração: (5 minutos).
Para dar início a esta aula, será
necessário explicarmos o funcionamento dela, esclarecendo que seu desenvolvido
ocorrerá a partir de algumas
interrogações. Assim, o professor antecipa aos alunos o que será trabalhado
durante a aula. Isto é relevante, pois muitos alunos concluem o ensino
fundamental sem compreender o cálculo e as aplicações do MDC e do MMC. Seguindo
objetivo desta aula que é apresentar uma interpretação geométrica para o máximo
divisor comum e para o mínimo múltiplo comum. Desta forma, acredita-se que é
possível ampliar o entendimento dos alunos sobre estes conceitos.
Objetivos: Reconhecer
os múltiplos e divisores de um número a partir da análise de esquemas gráficos;
Encontrar os divisores e múltiplos de um número.
Conteúdo: Múltiplos e divisores
Procedimentos: Duração: (45 minutos).
(Duração: 5 minutos) - PRÁTICA SOCIAL INICIAL-O
professor dialoga com os alunos para conhecer o que eles sabem sobre o conteúdo
a ser estudado, isto buscando conhecimento empírico do aluno, ou seja, algo que
vivência em seu cotidiano. Por exemplo, como ter noções de áreas de terrenos e
divisão e multiplicação de valores.
(Duração: 5 minutos) - PROBLEMATIZAÇÃO - Porque usar múltiplos e divisores? O que sabemos
sobre múltiplos e divisores? O que são múltiplos e divisores?
(Duração: 25 minutos) - INSTRUMENTALIZAÇÃO–O
professor poderá selecionar alguns textos para leitura em sala de aula, e
organizar seu próprio conteúdo. Para isso sugerimos o uso do livro didático.
ATIVIDADE 1
Divisores
Peça aos alunos para desenharem na
folha de papel milimetrada todos os retângulos de área 12.
Depois discuta com os alunos os
retângulos obtidos (1x12; 2x6; 3x4) e sugira que eles tentem construir um
retângulo com um dos lados igual a 5. Provavelmente, eles perceberão a
impossibilidade de tal construção.
O importante é fazer com que os
alunos percebam que os retângulos construídos possuem medidas que são os
divisores de 12.
Faça a mesma atividade utilizando
outras medidas, como por exemplo, 15 e 17. Peça para os alunos explicarem as
diferenças mais importantes entre as figuras obtidas. E aproveite para
apresentar o conceito de números primos.
ATIVIDADE 2
Múltiplos
Professor aproveitando o material
utilizado na atividade anterior, peça aos alunos que construam retângulos
sempre com a base fixa. Por exemplo, na figura a seguir, fizemos a construção
de alguns retângulos de base 5 (rosa) e de base 6 (verde).
Peça aos alunos para fazerem
comparações com as figuras anteriores.
Aproveite para mostrar que em algum
momento esses retângulos apresentarão a mesma área. E o que significará essa
área igual? Peça aos alunos para escreverem o que eles observarem.
(Duração: 5 minutos) - CATARSE –
Refere-se à aprendizagem dos alunos. Para saber se aprendeu algo relacionado
com o conteúdo: Como forma de registro solicitar uma síntese da aula, das
discussões com a turma, o que realmente o estudante pensa sobre o tema
abordado, descrevendo: Múltiplos e divisores. Sua opinião sobre a utilidade de
Múltiplos e divisores. Como resolveu as situações problema apresentadas durante
as aulas.
(Duração: 5 minutos) - PRÁTICA SOCIAL FINAL – AÇÃO DOS
ALUNOS NA VIDA PRÁTICA. Momento que refletiremos sobre a utilização do conteúdo
no cotidiano: Solicitar que os alunos pesquisem junto aos seus familiares quais
os tipos de múltiplos e divisores que eles conhecem. Utilizando múltiplos para
estabelece uma ampliação de certa área de terreno e usando divisores realiza
uma redução de uma área especifica.
Avaliação: Duração: (10 minutos).
Organizar a turma em grupos de 2 ou 3
alunos para discutirem sobre o que eles observaram durante as atividades. Peça
aos grupos para escreverem tudo que eles observaram no decorrer da aula,
detalhando os aprendizados e a importância de cada um destes novos saberes.
Conclusão:
Durante esta atividade o aluno é
levado a um processo de exploração, juntamente com a procura da sua explicação
e concretização. O estudante será
incentivado a buscar conceitos matemáticos que possa ser aplicado no cotidiano,
assim aumentando seu processo de criatividade.
Referência
bibliografia
COMO OBTER O MDC E O MMC SEM FAZER CONTAS? Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/EnsMed/expensmat_iicap3.pdf>.
Acesso em 28 dez. 2016.
Identificação
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Tema
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Contar Dinheiro
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Prof.
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Vilmar Costa Silva
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e-mail
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vilmar.mat@outlook.com
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Curso
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Licenciatura em Matemática
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Universidade Federal de Mato Grosso
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Considerações prévias: Para dar início a esta aula, o
professor antecipa aos alunos o que será trabalhado durante a interação procurando saber dos alunos o que eles sabem sobre o assunto e o que mais
gostariam de saber: O que sabem sobre o dinheiro? Para que serve o dinheiro?
Porque ele foi criado? Sempre existiu dinheiro no mundo? Quais as cédulas que
já manusearam ou viram? Que cédulas possuem? O professor anota as informações e
dúvidas no quadro.
Nesta aula, teremos como
objetivos particulares:
Refletir sobre o valor do dinheiro e sua utilização;
Reconhecer o dinheiro usado no Brasil e;
Identificar cédulas e moedas de REAL;
A
metodologia que utilizaremos para cumprir tais objetivos é o de Ensino de Matemática via matemática
crítica, compreendida do modo descrito
anteriormente.
Número de participantes: 8
Carga horária: 1 hora
Público alvo: 6º ano (Ensino
Fundamental)
Recursos necessários: Quadro, giz ou pincel, computador,
data-show, internet e textos sobre os conteúdos em pauta.
Introdução: Duração: (5
minutos). Para dar início a esta aula, será necessário explicarmos o funcionamento
dela, esclarecendo que seu desenvolvido ocorrerá a partir de algumas interrogações. Assim, o
professor antecipa aos alunos o que será trabalhado durante a aula. Procura
saber dos alunos o que eles já sabem sobre o assunto e o que mais gostariam de
saber: O que sabem sobre o dinheiro? Para que serve o dinheiro? Porque ele foi
criado? Sempre existiu dinheiro no mundo? Quais as cédulas que já manusearam ou
viram? Que cédulas possuem? O professor anota as informações e dúvidas no
quadro.
Objetivos: Contar dinheiro; Refletir sobre o
valor do dinheiro e sua utilização; Identificar cédulas e moedas de real.
Conteúdo: Contar dinheiro.
Procedimentos: Duração: (50 minutos).
(Duração: 5 minutos) - PRÁTICA SOCIAL INICIAL - O
professor dialoga com os alunos para conhecer o que eles sabem sobre o conteúdo
a ser estudado, isto buscando conhecimento empírico do aluno, ou seja, algo que
vivência em seu cotidiano. Por exemplo, como fazer compras em lojas, contar
dinheiro.
(Duração:
5 minutos) - PROBLEMATIZAÇÃO – Porque foi necessário criar o dinheiro? O que
sabemos sobre nosso dinheiro, o Plano Real e outros planos criados pelo governo federal?
(Duração: 30 minutos) - INSTRUMENTALIZAÇÃO – O professor poderá selecionar alguns textos
para leitura em sala de aula, e organizar seu próprio conteúdo. Para isso
sugerimos os seguintes materiais:
Site do Banco Central que
disponibiliza a história da origem do dinheiro: <http://www.bcb.gov.br/?ORIGEMOEDA>
Matéria da Revista Nova Escola que
trata da história do dinheiro: <http://revistaescola.abril.com.br/geografia/
fundamentos/inventaramdinheiro498370.
shtml>
Site do Canal Kids que apresenta
vários textos envolvendo as seguintes temáticas sobre dinheiro: história do
dinheiro, capitalismo, inflação, entre outros. Leitura agradável e
dinâmica, principalmente para
crianças: <http://www.canalkids.com.br/bankids/dinheiro.htm>
O professor poderá trabalhar leitura
e interpretação de texto a partir destes materiais. Recomenda-se acessar o
último material sugerido (Canal Kids) no laboratório de informática.
ATIVIDADE:
Observação: Os alunos deverão trazer
antecipadamente para a sala de aula rótulos e embalagens de diferentes tipos de
produtos.
Propomos duas dinâmicas:
1) Quanto vale o que você consome.
Dividir os alunos em dois grandes
grupos. O grupo escolhe um dos integrantes que será o representante. O
professor vai selecionando os produtos e os alunos deverão anotar através de
seu representante a hipótese de valor em dinheiro de cada produto. Quem chegar
mais próximo ao preço real ganha pontos para seu grupo e demonstra que conhecem
o valor dos produtos que consomem. A cada rodada de produtos muda-se o
representante.
Todos devem participar.
Ao final da dinâmica o professor abre
espaço para discussão, de modo que os alunos percebam o porquê das diferenças
de preços em cada produto.
2) Você é o consumidor?
Chegou a hora de comprar os produtos.
Para isso os alunos precisarão de dinheiro. O dinheiro poderá ser impresso
neste endereço:
<http://www.klickeducacao.com.br/2006/conteudo/popimg/0,6311,POR7165,00.
html>. Caso não haja possibilidade de
impressão, os alunos poderão criar o próprio dinheiro, com nome e símbolo s
próprios. De posse do dinheiro os a unos deverão ser divididos entre comerciantes
e clientes. Os grupos deverão trocar de papel de modo que todos participem da
dinâmica. Os comerciantes deverão ter dinheiro para troco, se possíveis moedas.
Várias embalagens ou rótulos de produtos, imagens recortadas de revistas de
toda espécie de produtos comerciais, inclusive pode-se levar para a sala de
aula as revistinhas, jornais e propagandas das grandes redes de comércio,
estabelecendo um comércio eletrônico.
Os compradores poderão ter um cartão
de crédito, cuja fatura seria realizada em seu caderno, de forma que podem
aprender a controlar suas despesas.
Como regra deve ser de comum acordo a
quantia que cada consumidor deve possuir para o comércio. Sugerimos cada
cidadão tenha um salário mínimo para suas despesas mensais, de forma que aprendam
a controlar o que ganham e valorizar o dinheiro que possuem.
(Duração: 5 minutos) - CATARSE –
Refere-se à aprendizagem dos alunos. Para saber se aprenderam o conteúdo: Como forma de registro solicitar
como "tarefa de casa" uma síntese da aula, das discussões com a
turma, o que realmente o estudante pensa sobre o tema abordado, descrevendo: A
história do dinheiro. Sua opinião sobre o valor do dinheiro e sua utilização.
Reconhecendo o dinheiro usado no Brasil e a sua importância para a sociedade atual.
Citando as cédulas e moedas de real que conhece e utiliza em seu cotidiano.
Como resolveu as situações problema apresentadas durante as aulas.
(Duração: 5 minutos) - PRÁTICA SOCIAL FINAL – AÇÃO DOS
ALUNOS NA VIDA PRÁTICA. Momento que refletiremos sobre a utilização do conteúdo
no cotidiano: Solicitar que os alunos pesquisem junto aos seus familiares quais
os tipos de moedas eles chegaram a conhecer durante sua história de vida. O que
mudou com o Plano Real. Propor a discussão sobre que atitudes todos os cidadãos
brasileiros devem assumir diante do dinheiro nacional: como podemos
valorizá-lo, que cuidados podem ter com ele, inclusive no seu manuseio, a
relação do dinheiro e o consumo consciente, entre outras questões que podem
surgir com as discussões na turma.
Avaliação: Duração: (5 minutos) Observar o envolvimento dos alunos,
individual e coletivamente, referente as atividades solicitadas, analisar os
trabalho executados por cada educando, comparar esse resultado com outros e,
ainda, tentar prever o potencial de crescimento de cada estudante. Motivação e
empenho na execução das atividades e no desenvolvimento de atitudes na
interação, cooperação e organização.
Conclusão:
Durante esta atividade o aluno é
levado a um processo de exploração, juntamente com a procura da sua explicação
e concretização. O estudante será
incentivado a buscar conceitos matemáticos que possa ser aplicado no cotidiano,
assim aumentando seu processo de criatividade.
Referência
bibliografia
Portal do Professor. De
onde vem o dinheiro. Disponível em: <http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=7781>.
Acesso em 28 dez. 2016.
Identificação
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Tema
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Inequação
do 1º grau
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Prof.
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Vilmar Costa Silva
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e-mail
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vilmar.mat@outlook.com
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Curso
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Licenciatura em Matemática
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Universidade Federal de Mato Grosso
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Considerações prévias: Para dar início a esta aula, será necessário explicarmos o
funcionamento dela, detalhando os objetivos, os conteúdos e os recursos que
serão utilizados pelos alunos.
Nesta aula, teremos como
objetivos particulares:
Compreender inequação do 1º grau e;
Estimular o aluno a buscar conexões entre os
dados e o que é solicitado;
A
metodologia que utilizaremos para cumprir tais objetivos é o de Ensino de Matemática via resolução de
problemas.
Os
procedimentos serão divididos em 4 etapas: No primeiro, tem-se um problema e sua compreensão. Em segundo
urge um plano de como vai ser os procedimentos para resolver este problema. No
terceiro passo é dada a execução das estratégias traçadas no plano e por final
uma revisão de todo o caminho percorrido.
Para
analisarmos se os objetivos propostos inicialmente foram cumpridos, os alunos
irão passar por uma avaliação descrita abaixo. Durante esta atividade o aluno é levado a um processo
de exploração, juntamente com a procura da sua explicação e concretização.
Número de participantes: 8
Carga horária: 1 hora
Público alvo: 7º ano (Ensino
Fundamental)
Recursos necessários: Quadro e giz/
pincel.
Materiais: 8 folhas A4.
Método: No contexto da resolução de
problemas tenta-se resolver um problema proposto, o discente a partir de seus
conhecimentos prévios organizados estratégias para a resolução deste problema,
dessa forma, durante esse processo o discente percebe a importância de buscar
novas ferramentas ou informações para resolver o problema. Isto instiga a troca
de ideias e a significação de informações. Em suma, o objetivo da resolução de
problemas consiste em fazer o aluno pensar, desenvolver o raciocínio, ensinar á
ele enfrentar situações novas, tornar a aula mais interessante e desafiadora,
dar equipamentos para a solução do problema e uma explicação do embasamento
matemático. Assim, durante este desenvolvimento há alguns passos.
No primeiro, tem-se um
problema e sua compreensão seja de palavras, símbolos ou linguagem. Em segundo
urge um plano de como vai ser os procedimento para resolver este problema, ou
seja, para atingir a meta alcançada. No terceiro passo é dada a execução das
estratégias traçadas no plano e por final uma revisão de todo o caminho
percorrido que tem como intuito averiguar a eficácia das estratégias
utilizadas, esta etapa na verdade serve para correção de possíveis erros.
Portanto, o professor
deve manter o foco para os objetivos que deseja alcançar para que o
procedimento e os elementos utilizados sejam suficientes para a busca da
solução do problema. E para garantir o desenvolvimento da autonomia frente às
situações problemas é preciso que o aluno diante do problema dado, levante
hipóteses e as analise de forma que seja enfatizado o conhecimento.
Introdução: Duração: (5 minutos)
Explicarmos o funcionamento da aula,
detalhando os objetivos, os conteúdos e os recursos que serão utilizados pelos
alunos.
Objetivos: Compreender
inequações do 1º grau; Estimular o aluno a buscar conexões entre os dados e o
que é solicitado; Interpretar problemas matemáticos.
Conteúdo:
Inequação do 1º grau
Desenvolvimento: Duração: (50
minutos)
Será utilizado para o professor anunciar a
situação problema e para resoluções do problema proposto, conforme as etapas.
Situação-Problema:
Carlos trabalha como disc-jóquei (DJ)
e cobra uma taxa fixa de R$ 100,00, mais R$ 20,00 por 20 minutos, para animar
uma festa. Seu amigo Daniel na mesma função cobra uma taxa fixa de R$ 55,00,
mais R$ 35,00 por 20 minutos. É já Max considerando as mesmas condições, cobra
uma taxa fixa de R$ 30,00, mais R$ 45,00 por 10 minutos. Qual o tempo máximo da
duração de uma festa em horas, para que a contratação de Daniel não fique mais
cara com relação a de Carlos? Já em relação a Max qual vai ser o tempo em
horas? É possível que num determinado período de tempo o preço de Max e de
Carlos seja o mesmo? Se sim, qual seria este tempo em minutos, e quanto seria o
preço a ser pago?
Procedimentos metodológicos:
1ª Etapa:
§
Compreensão do problema
O que é solicitado? A desigualdade de preços e
tempos nas contratações dos DJs. Quais são as condições? Carlos cobra uma taxa
fixa de R$ 100,00, mais R$ 20,00 por 20 minutos, para animar uma festa. Daniel,
na mesma função, cobra uma taxa fixa de R$ 55,00, mais R$ 35,00 por 20 minutos.
É já Max nas mesmas condições cobra uma taxa fixa de R$ 30,00, mais R$ 45,00
por 10 minutos. É possível satisfazer as condições e elas são suficientes ou
não para determinar a solução? Sim. Faltam dados? Não.
2ª Etapa
·
Construção de uma estratégia de resolução
Após a descoberta dos dados e
das relações obtidas, o professor volta estimular o estudante a buscar conexões
entre os dados e o que é solicitado, instigando. Esta etapa é o momento do
estudante desenvolver um plano para descobrir o melhor percurso (ter encontrado
a estimativa dos valores pedidos) e pensar na estratégia para execução do
plano. Em seguida, peça aos alunos que façam uma representação dos dados em uma
tabela de duas colunas, uma com alunos e outra com as notas. Finalizada a
discussão, o novo problema a ser resolvido é: Qual a estimativa de valores a serem pagos e os tempos
solicitados?
O professor deve fazer
os estudantes refletirem sobre como utilizar os conceitos de inequações já
ensinado em sala.
3ª Etapa
·
Execução de uma estratégia escolhida
Após o ter o plano em mãos, observaremos as
concepções dos alunos frente à demonstração esboçaremos uma reflexão de
resolução.
Um sistema
de inequação do 1º grau é formado por duas ou mais inequações, cada uma delas
tem apenas uma variável sendo que essa deve ser a mesma em todas as outras
inequações envolvidas. Quando terminamos a resolução de um sistema de
inequações chegamos a um conjunto solução, esse é composto por possíveis
valores que x deverá assumir para que exista o sistema.
Para sabemos o tempo máximo de duração de uma festa em
horas, para que a contratação de Daniel não fique mais cara em relação ao
Carlos. Como o valor de tempo a ser comprado é o mesmo tanto de Carlos como
Daniel 20 minutos, passaremos este valor em minutos para horas. Como Carlos
cobra R$ 20,00 em 20 minutos, assim usando regra de três simples,
20 ---- 20
x ----- 60 Multiplicando cruzado, temos 20x = 20.60
segue que x = 20.60/20, logo x=60.
Usando o mesmo raciocínio, Daniel cobrará 20x = 60.35,
segue que x = 105.
Então Carlos cobra R$ 60,00 por hora e Daniel R$
105,00 por hora.
Considerando horas como (h), obtemos pelos dados que
Daniel não fique mais cara que a de Carlos, logo:
55 + 105h < 100 + 60h, resolvendo a inequação do 1º
grau temos;
55 -55 + 105h < 100 + 60h - 55
105h < 45 + 60h
105h - 60h < 45 + 60h -60h
105h - 60h < 45
45h < 45
45/45h < 45/45 segue que h < 1
Portanto a resposta é 1 hora para que a contratação de
Daniel não fique mais cara em relação ao
Carlos.
Já de Daniel em relação a Max qual vai ser este tempo
em horas.
Usando a regra de três simples, Max cobrará 10x =
60.45, segue que x = 270.
Então Max cobra R$ 270,00 por hora.
Considerando horas como (h), obtemos pelos dados que
Daniel não fique mais cara que a de Max, logo:
55 + 105h <
30 + 270h, resolvendo a inequação do 1º grau temos;
55 - 55 + 105h < 30 + 270h - 55
105h < - 25 + 270h
105h - 270h < - 25 + 270h - 270h
105h - 270h < - 25
- 165h < -
25 Multiplicando por (-1) temos,
165h > 25
165/165h > 25/165 segue que h > 5/33
Portanto a resposta é 5/33 horas para que a
contratação de Daniel não fique mais
cara em relação ao Max.
Agora para que num determinado período de tempo o
preço de Max e Carlos seja o mesmo, temos que iguala as sentenças como Max
cobra 30 + (45 por 10 min.) é o mesmo que 30 + (90 por 20 min.) e Carlos (100 +
20 por 20 min.). Segue que,
30 + 90m = 100 + 20m
30 - 30 + 90m = 100 + 20m - 30
90m = 70 + 20m
90m - 20m = 70 + 20m - 20m
70m = 70 então m = 1, logo passará 20 minutos para que
eles cobrem R$ 120,00.
Assim, juntamente com os alunos, chega-se numa forma
conceitual de resolver o problema proposto pelo experimento em discussão,
usando as formulas e conceitos de média e desvio-padrão como alicerce.
4ª Etapa
·
Revisão da solução
O momento de fazer um teste prática, neste
caso o professor irá simula os resultados é verificar se resultaria nas
solicitações desejadas.
Avaliação:
Observar o envolvimento dos alunos, individual e coletivamente, referente
às atividades solicitadas, analisar o trabalho executado por um indivíduo,
comparar esse resultado com outros e, ainda, tentar prever o potencial de
crescimento de cada estudante. Motivação e empenho na execução das atividades e
no desenvolvimento de atitudes na interação, cooperação e organização.
Conclusão: Duração:
(5 minutos)
Este tempo
está destinado, para uma breve revisão do que foi aprendido através do
problema, e se foi alcançado tais objetivos.
Referências bibliografia
A resolução de problemas nas aulas de matemática:
diagnosticando a prática pedagógica. Disponivel em: < http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/setembro2012/matematica_artigos/artigo_rodrigues_magalhaes.pdf>.
Acessado em: 18/03/2016.
Pozo,
Juan Ignacio (org.). A solução de problemas – Aprender a resolver, resolver
para aprender. Porto Alegre: ArtMed, 1998.
Identificação
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Tema
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Coordenadas cartesianas e mapas geográficos
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Prof.
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Vilmar Costa Silva
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e-mail
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vilmar.mat@outlook.com
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Curso
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Licenciatura em Matemática
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Universidade Federal de Mato Grosso
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Considerações prévias: Para dar início a esta aula, o professor deve esclarecer como
se dará seu desenvolvido a partir de algumas interrogações. Em seguida, serão
apresentados aos alunos exemplos de uso do plano cartesiano; depois um breve
histórico sobre a vida de René Descartes, que poderá ser relatado por você ou
pesquisado e posteriormente apresentado pelos alunos.
Nesta aula, teremos como
objetivos particulares:
Desenvolver o conceito de plano cartesiano e;
Conhecer os principais fatos da vida de René
Descartes;
A
metodologia que utilizaremos para cumprir tais objetivos é o de Ensino de Matemática via matemática
crítica.
Os
procedimentos serão divididos em 5 momentos: A primeira centrará na prática social inicial. A segunda consiste na problematização. A terceira a instrumentalização, o quarto sobre catarse refere-se à
aprendizagem dos alunos e o último prática
social final que é a ação dos alunos na vida prática. Para analisarmos se os objetivos propostos inicialmente foram cumpridos,
os alunos irão passar por uma avaliação descrita abaixo. Durante esta
atividade o aluno é levado a um processo de exploração, juntamente com a
procura da sua explicação e concretização.
O estudante será incentivado a buscar conceitos matemáticos que possa
ser aplicado no cotidiano, assim aumentando seu processo de criatividade.
Número de participantes: 8
Carga horária: 1 hora
Público alvo: 7º ano (Ensino
Fundamental)
Recursos necessários: Laboratório munido
de um computador por duplas, internet, data-show, quadro e giz/ pincel e textos sobre os conteúdos em
pauta.
Método: referenciado na Educação
Matemática Crítica, como sugerido por Skovsmose (2001).
Introdução: Duração: (5 minutos).
Para dar início a esta aula, antecipe
aos alunos o que será trabalhado apresentando exemplos de uso do plano
cartesiano, depois apresente um breve histórico sobre a vida de René Descartes,
que poderá ser relatado por você ou pesquisado e posteriormente apresentado
pelos alunos.
Lembre que, diariamente,
nos deparamos com gráficos e tabelas quando lermos jornais ou revistas, nos
exames laboratoriais, nos rótulos de produtos, nas informações sobre a
composição química de remédios e cosméticos com gráficos, tabelas e
ilustrações. Os gráficos estão presentes nem vários espaços e sua leitura e
interpretação faz-se imprescindível para compreendermos melhor os dados e as
estatísticas, muito usados pela mídia.
Objetivos: Desenvolver
o conceito de plano cartesiano e; Conhecer os principais fatos da vida de René
Descartes.
Conteúdo: Coordenadas cartesianas e
mapas geográficos
Procedimentos: Duração: (50 minutos).
(Duração: 5 minutos) - PRÁTICA SOCIAL INICIAL - O
professor dialoga com os alunos para conhecer o que eles sabem sobre o conteúdo
a ser estudado, isto buscando conhecimento empírico do aluno, ou seja, algo que
vivência em seu cotidiano. Por exemplo, deslocamentos em ruas de uma cidade ou
jogo batalha naval.
(Duração:
5 minutos) - PROBLEMATIZAÇÃO – Porque usar coordenadas cartesianas e Mapas
geográficos? Qual a história das Coordenadas cartesianas? O que é Coordenadas cartesianas?
(Duração: 30 minutos) - INSTRUMENTALIZAÇÃO – O
professor poderá selecionar alguns textos para leitura em sala de aula, e
organizar seu próprio conteúdo. Para isso sugerimos o uso do livro didático no
tópico de estatística.
A base dos gráficos que temos acesso
via mídia ou informações contidas em produtos aos quais temos acesso, são
baseados no conceito de Plano Cartesiano, estabelecido por René Descartes,
vejamos:
Filósofo e matemático
francês nascido em 1596, René Descartes, é um personagem de destaque. A
importância e representatividade de Descartes foi potencializada após a
publicação do "Discurso sobre o Método", em 1637, no qual apresenta
sua crença na caracterização do problema do método como garantia para a
obtenção da verdade.
Segundo o racionalismo de
Descartes, o melhor caminho para a compreensão de um problema é a ordem e a
clareza com que processamos nossas reflexões. Um problema sempre será mais bem
compreendido se o dividirmos em uma série de pequenos problemas que serão
analisados isoladamente do todo. Este fato leva até mesmo nossos dicionários
acusarem um substantivo e um adjetivo em referências ao seu nome: cartesianismo
e cartesiano.
Descartes utilizou um
terceiro capítulo de sua obra para a descrição de um tratado geométrico com os
fundamentos daquilo que conhecemos hoje por geometria analítica, realizado com
a intenção de ilustrar o alcance do método filosófico para o raciocínio e a
busca da verdade.
Em artigo sobre René
Descartes, no site Consciência.org, disponível em <http://www.consciencia.org/descartes.shtml>, podemos constar o fato que levou Descartes a
finalizar seu tratado.
Descartes relata que viveu uma noite extraordinária
no final de 1619. Ele ficava nessa época sozinho em um cômodo aquecido, onde
podia se entregar à atividade intelectual. Uma visão extraordinária, um
insigth. Numa noite iluminada, teve uma revelação dos fundamentos de uma
ciência admirável, de dimensão universal. Descartes resolvera viajar para
procurar a verdade no Grande Livro do Mundo. em 1619 sai da Holanda e viaja
pela Europa. Estava finalizando o seu Tratado sobre o Mundo e Sobre o Homem q
usando lhe veio a notícia da condenação de Galileu por suas teorias
científicas....
Descartes tinha um projeto filosófico. Cada vez
mais ligado na matemática, queria associar as leis numéricas com as leis do
mundo, resgatando a antiga doutrina pitagórica.
Sua principal teoria afirmava-se na eficácia da
razão. Queria refletir sobre a questão da autonomia da ciência e objetividade
da razão frente ao Deus todo poderoso. As novas teorias científicas
contrariavam as Sagradas Escrituras.
Saiba mais em: René Descarte.
Disponível em: <http://www.consciencia.org/descartes.shtml>
ATIVIDADE
1. Proponha aos alunos que realizem
as atividades propostas:
* Na aula: Localização
no plano cartesiano, da Profa Eliane Cândida Pereira da Universidade de
São Paulo, disponível em:
<http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=1504>, que utiliza o seguinte recurso. <http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/recursos/14694/Teia%20Cartesiana.exe>
* No artigo: Localização
de pontos no plano cartesiano, da Prof.ª Carla Cristina Escorsin Roque,
da Faculdade de Ciências de Wenceslau Braz, disponível em: <http://www.espacodasophia.com.br>.
(Duração: 5 minutos) - CATARSE –
Refere-se à aprendizagem dos alunos. Para saber se aprendeu algo relacionado
com o conteúdo: Como forma de registro solicitar uma síntese da aula, das
discussões com a turma, o que realmente o estudante pensa sobre o tema
abordado, descrevendo: Coordenadas cartesianas e
mapas geográficos. Sua opinião sobre a utilidade desses planos e mapas.
(Duração: 5 minutos) - PRÁTICA SOCIAL FINAL – AÇÃO DOS
ALUNOS NA VIDA PRÁTICA. Momento que refletiremos sobre a utilização do conteúdo
no cotidiano: Solicitar que os alunos pesquisem junto aos seus familiares quais
os tipos de coordenadas cartesianas que
conhecem. Identificar posições em determinada localidade.
Avaliação: Duração: (5 minutos).
Os
aspectos a serem avaliados serão a capacidade de comunicação, no sentido em que
os alunos deverão comunicar os conceitos, raciocínios e ideias oralmente e por
escrito, com clareza e rigor lógico, interpretar textos de matemática
relativamente ao vocabulário especifico, assim como, apresentar textos de forma
e organizada.
Para
avaliar este aspeto, será solicitada aos alunos a entrega de um relatório da
atividade num ficheiro Word que no final da aula foi enviado ao professor via
e-mail. Daí que o trabalho tenha sido elaborado em grupo, para permitir a
comunicação, interação, discussão e argumentação da atividade em
desenvolvimento, tornando a aprendizagem mais enriquecedora querem para o aluno
quer para o professor.
Conclusão:
Durante esta atividade o aluno é
levado a um processo de exploração, juntamente com a procura da sua explicação
e concretização. O estudante será
incentivado a buscar conceitos matemáticos que possa ser aplicado no cotidiano,
assim aumentando seu processo de criatividade.
Referência
bibliografia
Portal do Professor Plano Cartesiano:
história e aplicações. Disponível em: <http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=1941>.
Acesso em 28 dez. 2016.
Identificação
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Tema
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Propriedades do Círculo
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Prof.
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Vilmar Costa Silva
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e-mail
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vilmar.mat@outlook.com
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Curso
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Licenciatura em Matemática
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Universidade Federal de Mato Grosso
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Considerações prévias: Para dar início a esta aula, o professor pode comentar que circunferência e o círculo destacando suas características
especiais e sua utilização em várias áreas. Ele deve também explicitar que o
objetivo a ser alcançado é:
Compreender a história e as propriedades do círculo;
A
metodologia que utilizaremos para cumprir tais objetivos é o de Ensino de Matemática via matemática
crítica.
Número de participantes: 8
Carga horária: 1 hora
Público alvo: Alunos do 8º ano
(Ensino Fundamental)
Recursos e materiais necessários: Quadro, giz ou pincel e textos sobre
os conteúdos em pauta. Régua com unidades, compasso, linha de barbante,
latas e garrafas de formato cilíndricas.
Método: As atividades da aula serão
pautadas nas orientações da Educação Matemática Crítica, sobre a qual Skovsmose
(2001) nos elucida.
Introdução: Duração: (2 minutos).
Para dar início a esta aula, será
necessário explicarmos o funcionamento dela, esclarecendo que seu desenvolvido
ocorrerá a partir de algumas
interrogações. Assim, o professor antecipa aos alunos o que será trabalhado
durante a aula comentando que circunferência e o
círculo possuem características não comumente encontradas em outras figuras
planas. Como o fato de ser a única figura plana que pode ser rodada em torno de
um ponto sem modificar sua posição aparente. É também a única figura que é
simétrica em relação a um número infinito de eixos de simetria. A
circunferência e o círculo são importantes em praticamente todas as áreas do
conhecimento como nas Engenharias, Matemática, Física, Química, Biologia,
Arquitetura, Astronomia, Artes e também é muito utilizado na indústria e
bastante utilizado nas residências das pessoas.
Objetivos: Compreender
a história e as propriedades do círculo.
Conteúdo: Propriedades do Círculo
Procedimentos: Duração: (58 minutos).
(Duração: 3 minutos) - PRÁTICA SOCIAL INICIAL - O
professor dialoga com os alunos para conhecer o que eles sabem sobre o conteúdo
a ser estudado, isto buscando conhecimento empírico do aluno, ou seja, algo que
vivência em seu cotidiano. Por exemplo, bola de esportes, pneus de conduções
como bicicleta e roda gigante.
(Duração: 15 minutos) - INSTRUMENTALIZAÇÃO – O
professor poderá selecionar alguns textos para leitura em sala de aula, e
organizar seu próprio conteúdo. Para isso sugerimos o uso do livro didático e
referências aqui pesquisadas como um exemplo à apostila descrita abaixo.
Propriedades do Círculo
Um pouco de história
Quando
falamos em circunferência ou círculo, logo nos lembramos de uma roda, uma das
maiores invenções do ser humano. Provavelmente inventada a 3500 a.C., na região
da Suméria ou Mesopotâmia (apesar de controvérsias entre alguns pesquisadores),
a roda tornou o transporte mais fácil e rápido, além de contribuir para
transformar as primeiras aglomerações humanas em cidades maiores. Em toda a
história da humanidade, até os dias atuais, a roda vem sendo aperfeiçoada e
utilizada nos diversos meios de transporte.
Com o seu movimento
giratório, a roda tornou-se parte integrante das máquinas que auxiliam o homem
a levantar pesos. Foi inventado o guindaste, onde a roda mudou de aspecto,
transformando-se em uma roldana, uma roda estriada de como que uma corda
pudesse correr dentro dela, dando origem à polia. Os primeiros guindastes foram
usados por gregos e romanos para suspender blocos de pedras, e eram formados
por traves fortes, chamadas mastros, quase sempre inclinadas. No ponto de
encontro fixava-se uma polia. O grande matemático Arquimedes de Siracusa (287
a.C. – 212 a.C.) utilizou polias para fazer catapultas móveis, arremessando
pesos sobre os navios dos inimigos romanos que tentavam invadir sua
cidade.
Também foi inventada a
roda de água ou hidráulica, conhecida entre gregos e romanos, ainda utilizada
até hoje no campo. Era provida de caixinhas ou de pequenas pás e servia para
transportar a água até os canais de irrigação. Eratóstenes (276 a.C. – 194
a.C.) calculou, pela primeira vez o cálculo exato da circunferência da Terra,
através de seu raio (usando a geometria euclidiana).
Em todo progresso da
humanidade, a circunferência e o círculo estão sempre presentes. Hoje, a todo o
momento, vemos diversos objetos em nossa volta que tenham o formato circular,
por exemplo: moedas; tampas de panelas e quaisquer tipos de tampas; botões de
TVs, de aparelhos de som, de telefones celulares, de aparelhos de DVDs, entre
outros; os próprios DVDs e CDs; rodas de carros, motos e bicicletas; pulseiras,
entre muitos outros objetos cilíndricos.
Círculo é o
conjunto de todos os pontos de um plano cuja distância a um ponto fixo O é
menor ou igual que uma distância r dada. Quando a distância é nula, o círculo
se reduz a um ponto. O círculo é a reunião da circunferência com o conjunto de
pontos localizados dentro da mesma. No gráfico abaixo, a circunferência é a
linha de cor azul escuro que envolve a região rosa, enquanto o círculo é toda a
região pintada de rosa reunida com a circunferência.
Propriedades
Circunferência é a região geométrica de todos os pontos de um plano que estão
localizados a uma mesma distância r de um ponto fixo denominado o centro da
circunferência. Esta talvez seja a curva mais importante no contexto das
aplicações.
Raio de uma circunferência (ou de um círculo) é um segmento de reta com uma
extremidade no centro da circunferência e a outra extremidade num ponto
qualquer da circunferência.
Diâmetro de uma circunferência (ou de um círculo) é uma corda que passa pelo
centro da circunferência. Observamos que o diâmetro é a maior corda da
circunferência.
Uma corda de uma circunferência é um
segmento de reta que une dois pontos da circunferência. Se os extremos de uma
corda não são extremos de um diâmetro eles são extremos de dois arcos de circunferência sendo um deles
um arco menor e o outro um arco maior. Quando não for especificada, a expressão
arco de uma corda se referirá ao arco menor e quanto ao arco maior sempre
teremos que especificar.
EXEMPLOS:


Tangente é uma
reta que passa através de exatamente um ponto do círculo.
Secante é uma
reta que passa através de dois pontos do círculo.
O número Pi
História do número Pi é
objeto de estudo de várias culturas, com pesquisas que apresentam que o fascínio pelo
número é anterior a era cristã. Embora o número Pi esteja relacionado ao
cálculo da área de um círculo, é difícil imaginarmos que, em civilizações
antigas, o estudo tivesse o objetivo de atingir um resultado somente teórico.
Possivelmente, a
descoberta do número Pi surgiu em um contexto em que havia a necessidade de
calcular a área do círculo de grandes arenas, campos em forma de
círculos ou áreas grandes para construções.
O primeiro registro que
temos sobre o número Pi refere-se a um papiro, datado de 1700 a.C. Este papiro
é chamado de Papiro de Rhind e possui a seguinte frase: a área de um círculo é
igual a área de um quadrado, cujo lado é equivalente ao valor do diâmetro de um
círculo menos a sua nona parte.
Porém, foi o matemático Arquimedes, em 200 a.C., na antiga Grécia, que conseguiu aproximar a razão entre a circunferência
e o diâmetro de um círculo do valor que conhecemos hoje, Arquimedes inseriu,
dentro da figura de um círculo, várias figuras de polígonos. A partir desta
estratégia, ele utilizou o raio do polígono como raio da circunferência. Quanto
maior o número de lados do polígono, melhor era a aproximação com o valor real
do perímetro da circunferência.
Há registros também de
estudos para aproximação do valor de Pi na antiga China, antes mesmo dos
estudos dos gregos e dos estudos dos matemáticos da Mesopotâmia.
Com o desenvolvimento das
técnicas e tecnologias, vários matemáticos se dedicaram a encontrar quais os
números que constituíam o valor de Pi, com a maior precisão possível. A partir da década de 80, com o
desenvolvimento de tecnologias cada vez mais avançadas na área da computação,
tornou possível que os matemáticos apresentassem até 10 milhões de algarismos
após a vírgula para o número Pi. Mesmo com tamanha precisão e dedicação, o algarismo
que encerra a sequência ainda é um mistério.
O número Pi é,
provavelmente, o número mais famoso nas áreas de estudo da matemática. Mesmo
pessoas que não seguiram para a área de estudos das ciências exatas
sabem, ao menos, reconhecer o número e a sua representação.
Pi é uma constante
matemática. Isto quer dizer que ele é um número que encontramos repetidas vezes
em diferentes cálculos, para diferentes aplicações.
Pi representa a razão entre o
perímetro de uma circunferência e
o seu diâmetro. Este valor é constante, independente dos valores do perímetro
da circunferência e
do seu diâmetro: sempre será 3,141…. unidades.
Observe que, ao
escrevermos o valor no número, finalizamos com reticências. Isto acontece porque o último valor do número Pi
ainda não foi definido pelos matemáticos. Este é um dos grandes mistérios deste
número e um dos motivos pelos quais ele é tão fascinante.
Entretanto, para
facilitar o cálculo em atividades cotidianas, foi estabelecido ser possível
trabalhar com o número PI em um valor de 3,14 unidades. O número Pi é
representado pela letra grega π. Ou seja, sempre que você visualizar a letra π
em algum texto ou fórmula matemática saberá que: π = 3,1415926535……..
Aplicações do π é usada
no cálculo de área de circunferência ou de figura que possuem algum círculo em
sua composição. Em geometria Euclidiana, podemos encontrar o π no cálculo da
área de circunferências, no cálculo da área de esferas e no cálculo do volume
das esferas.
Curiosidades sobre o
número π, além do fascínio que o número exerce sobre os matemáticos, algumas
pessoas se interessam pelo número devido a competições para livros sobre
recordes.
Além disto, a própria
história da descoberta do número π é fascinante. Tanto que o historiador
matemático Abraham Seidenberg dedicou-se, por muitos anos, a realizar pesquisas
com o objetivo de mapear o desenvolvimento deste número. O resultado é um livro com mais
de 700 páginas, que foi resumido no artigo intitulado "The ritual origin of
the circle and sphere" que em português é "A origem ritual do círculo
e da esfera".
Quanto a notação, usando
a letra grega π, alguns registros indicam para o matemático Euler, foi o
primeiro a propor esta notação para representar este número e seus infinitos
algarismos.
(Duração: 15 minutos) - CATARSE –
Refere-se à aprendizagem dos alunos. Para saber se aprendeu algo relacionado
com o conteúdo: Como forma de registro solicitar uma síntese da aula, das
discussões com a turma, o que realmente o estudante pensa sobre o tema
abordado, descrevendo: Círculo. Sua opinião sobre a utilidade das propriedades
do círculo.
(Duração: 20 minutos) - PRÁTICA SOCIAL FINAL – AÇÃO DOS
ALUNOS NA VIDA PRÁTICA. Momento que refletiremos sobre a utilização do conteúdo
no cotidiano: Propor aos alunos identificar e encontrar o valor aproximado de
π, utilizando as medidas de um fundo de lata ou garrafa de formatos
cilíndricos, e com o manuseio de pedaços de barbantes. Depois coletar com o
barbante o valor da circunferência. Após iram desenha a base do cilindro em uma
folha e com a circunferência feita no papel iram procura o centro do mesmo se
preciso o professor irá auxiliar nesta busca do centro. Com o centro da
circunferência mediram com a régua o valor do diâmetro, daí calcularam a razão
entre ambos, com o experimento chegarem ao valor aproximado do π.
Avaliação
Organizar grupos de 2 ou 3 alunos
para leirem e após discutirem sobre o que eles observaram e entenderam com a
leitura. Avaliar a síntese da leitura e conclusões das discussões com a turma, o que realmente o
pensam do tema. Verificar os aprendizados e a importância de cada um destes
novos saberes para a vida e para seu conhecimento. Observe o envolvimento dos
alunos, individual e coletivamente, referente aos processos solicitados,
analisar o trabalho executado por um indivíduo, comparar esse resultado com
outros e, ainda, tentar prever o potencial de crescimento de cada estudante.
Conclusão:
Durante esta atividade o aluno é
levado a um processo de exploração, juntamente com a procura da sua explicação
e concretização. O estudante será
incentivado a buscar conceitos matemáticos que possa ser aplicado no cotidiano,
assim aumentando seu processo de criatividade.
Referências
bibliográficas
Matemática Essencial:
Geometria: Círculo, Circunferência e Arcos. Disponível em: <http://pessoal.sercomtel.com.br/matematica/geometria/geomcirc/geomcirc.htm>.
Acesso em 02 jan. 2017.
Brasil Escola. Comprimento da
circunferência e área de um círculo. Disponível em: <http://brasilescola.uol.com.br/matematica/comprimento-area-circunferencia.htm>. Acesso em 03 jan. 2017.
Resumo escolar: O número Pi.
Disponível em: <https://www.resumoescolar.com.br/matematica/o-numero-pi/>.
Acesso em 03 fev. 2017.
Matemática é fácil: Diferenças,
histórias e curiosidades sobre Circunferência e Círculo. Disponível
em: <http://www.matematicaefacil.com.br/2015/07/diferencas-historias-curiosidades-circunferencia-circulo.html>.
Acesso em 03 fev. 2017.
Identificação
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Tema
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Áreas
e perímetro
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Prof.
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Vilmar Costa Silva
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e-mail
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vilmar.mat@outlook.com
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Curso
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Licenciatura em Matemática
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Universidade Federal de Mato Grosso
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Considerações previam: Para dar início a esta aula, será necessário explicarmos o
funcionamento dela, detalhando os objetivos, os conteúdos e os recursos que
serão utilizados pelos alunos.
Nesta aula, teremos como
objetivos particulares:
Compreender áreas e perímetro e;
Estimular o aluno a buscar conexões entre os
dados e o que é solicitado;
A
metodologia que utilizaremos para cumprir tais objetivos é o de Ensino de Matemática via resolução de
problemas.
Os
procedimentos serão divididos em 4 etapas: No primeiro, tem-se um problema e sua compreensão. Em segundo
urge um plano de como vai ser os procedimentos para resolver este problema. No
terceiro passo é dada a execução das estratégias traçadas no plano e por final
uma revisão de todo o caminho percorrido.
Para
analisarmos se os objetivos propostos inicialmente foram cumpridos, os alunos
irão passar por uma avaliação descrita abaixo. Durante esta atividade o aluno é levado a um processo
de exploração, juntamente com a procura da sua explicação e concretização.
Número de participantes: 8
Carga horária: 1 hora
Público alvo: 8º ano (Ensino
Fundamental)
Recursos necessários: Um computador com o
programa de Software Geogebra, data-show, quadro e giz/ pincel.
Materiais: 8 folhas A4.
Método: Lembremos que, no contexto da
resolução de problemas tenta-se resolver um problema proposto, o discente a
partir de seus conhecimentos prévios organizados estratégias para a resolução
deste problema, dessa forma, durante esse processo o discente percebe a
importância de buscar novas ferramentas ou informações para resolver o
problema. Isto instiga a troca de ideias e a significação de informações. Em
suma, o objetivo da resolução de problemas consiste em fazer o aluno pensar,
desenvolver o raciocínio, ensinar á ele enfrentar situações novas, tornar a
aula mais interessante e desafiadora, dar equipamentos para a solução do
problema e uma explicação do embasamento matemático. Assim, durante este desenvolvimento
há alguns passos.
No primeiro, tem-se um problema e sua
compreensão seja de palavras, símbolos ou linguagem. Em segundo urge um plano
de como vai ser os procedimento para resolver este problema, ou seja, para
atingir a meta alcançada. No terceiro passo é dada a execução das estratégias
traçadas no plano e por final uma revisão de todo o caminho percorrido que tem
como intuito averiguar a eficácia das estratégias utilizadas, esta etapa na
verdade serve para correção de possíveis erros.
Portanto, o professor deve manter o
foco para os objetivos que deseja alcançar para que o procedimento e os
elementos utilizados sejam suficientes para a busca da solução do problema. E
para garantir o desenvolvimento da autonomia frente às situações problemas é
preciso que o aluno diante do problema dado, levante hipóteses e as analise de
forma que seja enfatizado o conhecimento.
Introdução: Duração: (5 minutos)
Para este momento será necessário
explicarmos o funcionamento da aula, detalhando os objetivos, os conteúdos e os
recursos que serão utilizados pelos alunos.
Objetivos:
Compreender áreas e perímetro; Estimular o aluno a buscar conexões entre os
dados e o que é solicitado; Interpretar problemas matemáticos.
Conteúdo:
Áreas e perímetro
Desenvolvimento: Duração: (50
minutos)
Neste momento o professor anuncia a situação
problema e para resoluções do problema proposto, conforme as etapas da
metodologia.
Situação-Problema:
O dono de uma
fábrica localizada em Barra do Garças irá instalar cerca elétrica no seu novo
estacionamento na de forma de losango com diagonal maior de 80 metros e
diagonal menor de 60 metros. Por segurança, pretende, a cada 40 metros no
decorrer do perímetro, instalar uma câmera. Sendo assim, quantos metros ele
utilizará de cerca elétrica? E quantas câmeras serão necessárias? O Proprietário também quer saber
quantos carros irão caber em seu estacionamento. Sabendo que é necessário
reservar 25% do espaço para manobras e deslocamentos e em média cada carro ocupa
10 metros quadrados.
Procedimentos metodológicos:
1ª Etapa:
§
Compreensão do problema
O que é solicitado? Quanto será utilizará de cerca elétrica, em metros, quantas câmeras será
preciso para cobrir a área desejada e quantos carros caberão no estacionamento.
Quais são as condições? Estacionamento que tem
forma losango de diagonal maior 80 metros e diagonal menor 60 metros. Também,
por motivo de segurança, pretende, a cada 40 metros no perímetro, instalar uma
câmera. O Proprietário também quer saber quantos carros irão caber em
seu estacionamento, sabendo que são necessário reservar 25% do espaço para
manobras e deslocamentos e em média cada carro ocupa 10 metros quadrados. É
possível satisfazer as condições e elas são suficientes ou não para determinar
a solução? Sim. Faltam dados? Não.
2ª Etapa
·
Construção de uma estratégia de resolução
Após a descoberta dos dados e
das relações obtidas, o professor volta estimular o estudante a buscar conexões
entre os dados e o que é solicitado, instigando. Esta etapa é o momento do
estudante desenvolver um plano para descobrir o melhor percurso (ter encontrado
a estimativa dos comprimentos e dimensões pedida) e pensar na estratégia para
execução do plano. Em seguida, peça aos alunos que façam uma representação dos
dados em uma tabela de duas colunas, uma com alunos e outra com as notas.
Finalizada a discussão, o novo problema a ser resolvido é: Quanto ele utilizará de cerca elétrica, em metros? E
de câmeras? Quantos carros irão caber em seu estacionamento?
O professor deve fazer
os estudantes refletirem sobre como utilizar os conceitos de área e perimento
já ensinado em sala.
3ª Etapa
·
Execução de uma estratégia escolhida
Após ter o plano em mãos, observaremos as concepções
dos alunos frente à demonstração esboçaremos uma reflexão de resolução.
Para calcular o perímetro
precisaremos descobrir a medida de um lado. Podemos usar o teorema de Pitágoras
para calcular essa medida. Basta tomar como catetos metade das medidas das
diagonais, pois, além de se encontrarem em seus pontos médios, ainda são
perpendiculares, o que garante a existência de um triângulo retângulo que
possui essas medidas e o lado do losango como hipotenusa. Observe:
l2 =
402 +
302
l2 =
1600 + 900
l2 =
2500
√l2 =
√2500
l = 50
Agora basta multiplicar o lado
por 4 para obter o perímetro.
P = 4·50
P = 200 metros
Portanto o Proprietário precisará de
200 metros de cerca elétrica em seu estacionamento.
Como ele colocará as câmaras em 40 em
40 metros, então dividiremos o comprimento do perímetro por 40. Então 200/40 =
5. Logo precisará de 5 câmaras.
Para calcular a área de um
losango, multiplica-se a diagonal maior (D) pela menor (d) e divide por dois:
A = D*d
2
2
A = 80*60
2
2
A = 4800/2
A = 2400 m ².
A = 2400 m ².
Agora retirando 25% destinado
para manobras e deslocamentos, teremos 1800 m². Como cada carro ocupa 10
m². Só dividir 1800/10 = 180.
Portanto o novo
estacionamento terá em média capacidade para 180 carros.
Assim, juntamente com os alunos, chega-se numa forma conceitual
de resolver o problema proposto pelo experimento em discussão, usando as
formulas e conceitos de áreas e perímetro como alicerce.
4ª Etapa
·
Revisão da solução
O momento de fazer um teste prática, neste
caso o professor irá utiliza o Software Geogebra em seu computador para
concluir de fato se estes valores correspondem à resposta adequada.
Avaliação: Observar
o envolvimento dos alunos, de forma individual e coletivamente, acerca das
atividades solicitadas, analisando o trabalho executado, comparar esse
resultado com outros e, ainda, tentar prever o potencial de crescimento de cada
estudante. Motivação e empenho na execução das atividades e no desenvolvimento
de atitudes na interação, cooperação e organização.
Conclusão: Duração: (5 minutos)
Este tempo está destinado, para uma
breve revisão do que foi aprendido através do problema, e se foi alcançado tais
objetivos.
Referências
bibliografia
A resolução de problemas nas aulas de
matemática: diagnosticando a prática pedagógica. Disponivel em: < http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/setembro2012/matematica_artigos/artigo_rodrigues_magalhaes.pdf>.
Acessado em: 18/03/2016.
Pozo, Juan Ignacio (org.). A
solução de problemas – Aprender a resolver, resolver para aprender. Porto
Alegre: ArtMed, 1998.
Identificação
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Tema
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Amostragem
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Prof.
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Vilmar Costa Silva
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e-mail
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vilmar.mat@outlook.com
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Curso
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Licenciatura em Matemática
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Universidade Federal de Mato Grosso
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Considerações prévias: Para dar início a esta aula, será necessário explicarmos o
funcionamento dela, detalhando os objetivos, os conteúdos e os recursos que
serão utilizados pelos alunos. Uma motivação possível é destacar que, se
pudéssemos medir as alturas de todos os brasileiros adultos, teríamos de obter
sua distribuição exata e daí produzir os correspondentes parâmetros (média e
desvio padrão). Nessa situação não teríamos necessidade de usar a inferência
estatística. Raramente se consegue obter a distribuição exata de alguma
variável, ou porque isso é muito demorado ou às vezes porque consiste num
processo destrutivo.
Nesta aula, teremos como
objetivos particulares:
Compreender os conceitos de amostragem e;
Reconhecer a amostragem probabilística;
A
metodologia que utilizaremos para cumprir tais objetivos é o de Ensino de Matemática via resolução de
problemas e os procedimentos a serem
adotados foram descritos anteriormente.
Número de participantes: 8
Carga horária: 1 hora
Público alvo: 9º ano (Ensino
Fundamental)
Recursos necessários: Quadro, giz ou pincel e textos sobre
os conteúdos em pauta.
Método: inspirado na Educação Matemática Crítica, conforme
sugerida por Skovsmose (2001).
Introdução: Duração: (5 minutos).
Dando início a aula, será necessário
explicarmos o funcionamento dela, detalhando os objetivos, os conteúdos e os
recursos que serão utilizados pelos alunos. Se pudéssemos medir as alturas de
todos os brasileiros adultos, teríamos de obter sua distribuição exata e daí,
produzir os correspondentes parâmetros (média e desvio padrão). Nessa situação não teríamos necessidade
de usar a inferência estatística. Raramente se consegue obter a distribuição
exata de alguma variável, ou porque isso é muito demorado ou às vezes porque
consiste num processo destrutivo.
Objetivos: Compreender
os conceitos de amostragem; Reconhecer amostragem probabilística.
Conteúdo: Amostragem
Procedimentos: Duração: (45 minutos).
(Duração: 5 minutos) - PRÁTICA SOCIAL INICIAL - O
professor dialoga com os alunos para conhecer o que eles sabem sobre o conteúdo
a ser estudado, isto buscando conhecimento empírico do aluno, ou seja, algo que
vivência em seu cotidiano. Por exemplo, como ter noções de dados
estatísticos.
(Duração: 5 minutos) - PROBLEMATIZAÇÃO – Porque usar amostragem? O que sabemos sobre amostragem? O que é amostragem probabilística?
(Duração: 25 minutos) - INSTRUMENTALIZAÇÃO – O
professor poderá selecionar alguns textos para leitura em sala de aula, e
organizar seu próprio conteúdo. Para isso sugerimos o uso do livro didático no
tópico de estatística.
Sugerimos os seguintes links sobre o
tema em questão
Amostragem “é uma técnica e/ou
conjunto de procedimentos necessários para descrever e selecionar as amostras,
de maneira aleatória ou não, e quando bem utilizado é um fator responsável pela
determinação da representatividade da amostra.” (LEONE, Rodrigo. ET AL, 2009)
Quando se deseja colher informações
sobre um ou mais aspectos de um grupo grande ou numeroso, verifica-se, muitas
vezes, ser praticamente impossível fazer um levantamento do todo. Daí a
necessidade de investigar apenas uma parte da população ou universo. O problema
da amostragem é, portanto, escolher uma parte (ou amostra), de tal forma que
ela seja a mais representativa possível do todo e, a partir dos resultados
obtidos, relativos a essa parte, pode inferir, o mais legitimamente possível,
os resultados da população total, se esta fosse verificada (pesquisa
censitária).
1º. Universo ou população: é o conjunto de seres animados ou
inanimados que apresenta pelo menos uma característica em comum.
2º. Amostra: é uma porção ou parcela,
convenientemente selecionada do universo (população); é um subconjunto do
universo. (MARCONI e LAKATOS, 2002)
Para que todo o esboço da Estatística
possa ser feito, temos de ter população. Ao conjunto de seres portadores de,
pelo menos, uma propriedade comum chamamos população estatística ou universo
estatístico. Uma amostra é o subconjunto finito de uma população e pode ajudar
na tarefa do pesquisador, para que ele não precise usar toda a população em sua
pesquisa, seus gráficos e suas tabelas. Existe um processo particular para
catar amostras, que garante, tanto quanto possível, o acaso na escolha. Assim,
cada elemento da população passa a ter a mesma oportunidade em ser selecionado,
dando à amostra o caráter de representatividade. (COSTA, 2005).
Distinguiremos a amostragem probabilística.
Amostragem probabilística
As técnicas de amostragem
probabilísticas, ou aleatórias, ou ao acaso, desenvolveram-se, sob o aspecto
teórico, principalmente a partir da década de 30. (MARCONI e LAKATOS, 2002).
Ela é “aquela em que cada elemento da população tem uma chance conhecida e
diferente de zero de ser selecionado para compor a amostra.” (MATTAR, 2001).
Sua característica primordial é
poderem ser submetidas a tratamento estatístico, que permite compensar erros
amostrais e outros aspectos relevantes para a representatividade e
significância da amostra. (MARCONI e LAKATOS, 2002).
Aleatória simples
Para Yule Kendall, “a escolha de um
indivíduo, entre uma população, é ao acaso (aleatória), quando cada membro da
população tem a mesma probabilidade de ser escolhido”.
A amostragem aleatória simples é o
tipo de amostragem probabilística mais utilizada. Dá exatidão e eficácia à
amostragem, além de ser o procedimento mais fácil de ser aplicado – todos os elementos
da população têm a mesma probabilidade de pertencerem à amostra.
Neste tipo de amostra a premissa é de
que cada componente da população estudada tem a mesma chance de ser escolhido
para compor a amostra e a técnica que garante esta igual probabilidade é a
seleção aleatória de indivíduos, por exemplo, através de sorteio.
O processo de amostragem aleatória
simples lança mão da tabela de números aleatórios. Essas tabelas forma obtidas
por meio de computadores, com complexa programação baseada em cálculos
estatísticos, e fornecem uma amostra inteiramente ao acaso de números dispostos
em colunas e linhas, por várias páginas.
Sistemática
Segundo BACELAR (1999), a amostragem
aleatória sistemática é uma variante da amostragem aleatória simples que se
usam quando os elementos da população estão organizados de forma sequencial.
É uma variação de precedente. A
população, ou a relação de seus componentes, deve ser ordenada, de forma tal
que cada elemento seja identificado, univocamente, pela posição.
Supondo um sistema de indexação por
cartões dos componentes de uma empresa, onde cada elemento é representado por
um e somente um cartão num total de 1.000, e que se desse uma amostra de 100
elementos, a serem pesquisados acerca da alimentação fornecida no refeitório da
organização, escolhe-se aleatoriamente um número entre 1 e 10, por exemplo, o
8. A seguir, podem-se escolher os componentes cujos cartões estejam nas
seguintes ordens: 8, 12 , 18, 28, 38, 48, 58, 68, 78, 88, 98...,988, 998.
Aleatória de múltiplo estágio
Consiste em dois ou mais estágios,
com o emprego de amostragem aleatória simples e/ou sistemática em cada um.
Por exemplo, numa pesquisa a
sequência da amostragem, para o múltiplo estágio, pode ser: aleatória simples,
aleatória simples e aleatória simples ou sistemática. Mas poderia ser em outro
caso, aleatória simples, sistemática, aleatória simples; sistemática, aleatória
simples, sistemática; ou outra combinação qualquer.
Por área
Uma das formas de variação a
amostragem aleatória simples é por área, utilizada quando não se conhece a
totalidade dos componentes da população, ou é passível de ser encontrada mais
facilmente, por meio de mapas cartográficos ou fotos aéreas, como geralmente
ocorre com pesquisas da área rural. Se a apresentação dos mapas já é quadriculada,
podem-se tomar os quadrados como unidades; caso contrário, devem ser divididos.
Por grupos ou conglomerados
A amostragem por conglomerados ou
grupos é rápida, barata e eficiente, e a unidade de amostragem não é mais o
indivíduo, mas um conjunto, facilmente encontrado e identificado, cujos
elementos já estão ou podem ser rapidamente cadastrados. O único problema é que
os conglomerados raramente são do mesmo tamanho, o que torna difícil ou até
mesmo não permite controlar a amplitude da amostra. Recorre-se geralmente a
técnicas estatísticas para contornar tal dificuldade.
De vários degraus ou estágios
múltiplos.
Este tipo de a amostragem combina as
anteriores, em duas, três, quatro ou mais etapas. Na realidade, a amostragem de
estágios múltiplos pode ter n de
degraus e utilizar, segundo a necessidade, a aleatória simples, a sistemática,
por área e por conglomerados, todas estas técnicas ou algumas, e quantas vezes
forem necessárias.
De fases múltiplas, multifásica ou em
várias etapas.
Tecnicamente difere da anterior, pois
o procedimento é diverso. Consiste basicamente no sorteio de uma amostragem bem
ampla que é submetida a uma investigação rápida e pouco profunda (primeira
fase); o conhecimento obtido nessa fase permite extrair, da amostra mais ampla,
uma menor, que será objeto de uma pesquisa aprofundada (segunda fase). (MARCONI
e LAKATOS, 2002).
Estratificada
Esta técnica de amostragem usa
informação existente sobre a população para que o processo de amostragem seja
mais eficiente. A lógica que assiste à estratificação de uma população é a de
identificação de grupos que variam muito entre si no que diz respeito ao
parâmetro em estudo, mas muito pouco dentro de si, ou seja, cada um é homogêneo
e com pouca variabilidade. As três etapas para se definir uma amostra
estratificada são: definir os estratos; selecionar os elementos dentro de cada
estrato mediante um processo aleatório simples; conjugar os elementos
selecionados em cada estrato, que na sua totalidade constituem a amostra. Este
método de amostragem estratificada tem a vantagem de ser mais eficiente do que
os métodos de amostragem simples ou sistemática, pois é mais econômico em
termos de tempo e dinheiro e fornece resultados com menor probabilidade de erro
associada. (COUTINHO, 2009).
Amostra-tipo, amostra principal,
amostra a priori ou amostra-padrão.
Consiste não em uma diferença técnica
em relação as já descritas, mas no uso particular delas, em situação
específica. Geralmente as amostras são constituídas para determinado estudo em
função dele. Entretanto, principalmente os institutos de pesquisa, que
constantemente estão realizando diferentes tipos de estudos, podem ter
interesse em constituir uma amostra-tipo, isto é, uma amostra bem ampla, muito
mais numerosa do que as utilizadas para pesquisas específicas; nestas,
realizar-se-ia o sorteio da amostra da amostra definitiva entre a amostra
principal. (MARCONI e LAKATOS, 2002).
(Duração: 5 minutos) - CATARSE –
Refere-se à aprendizagem dos alunos. Para saber se aprendeu algo relacionado com
o conteúdo: Como forma de registro solicitar uma síntese da aula, das
discussões com a turma, o que realmente o estudante pensa sobre o tema
abordado, descrevendo: Amostragem. Sua opinião sobre a utilidade de amostragem
probabilística.
(Duração: 5 minutos) - PRÁTICA SOCIAL FINAL – AÇÃO DOS
ALUNOS NA VIDA PRÁTICA. Momento que refletiremos sobre a utilização do conteúdo
no cotidiano: Solicitar que os alunos pesquisem junto aos seus familiares quais
os tipos de amostragem que conhecem. Identificar a possível amostragem em uma
determinada pesquisa qualitativa.
Avaliação: Duração: (10 minutos).
Organizar a turma em grupos de 2 ou 3
alunos para discutirem sobre o que eles observaram nessas atividades. Peça aos
grupos para escreverem tudo que eles observaram no decorrer da aula, detalhando
os aprendizados e a importância de cada um destes novos saberes para sua vida e
para seu conhecimento.
Conclusão:
Durante esta atividade o aluno é
levado a um processo de exploração, juntamente com a procura da sua explicação
e concretização. O estudante será
incentivado a buscar conceitos matemáticos que possa ser aplicado no cotidiano,
assim aumentando seu processo de criatividade.
Referência
bibliografia
EBAH. Amostragem
Disponível em: < http://www.ebah.com.br/content/ABAAABNXgAD/amostragem>.
Acesso em 02 jan. 2017.
Identificação
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Tema
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Operações
de radicais
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Prof.
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Vilmar Costa Silva
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e-mail
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vilmar.mat@outlook.com
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Curso
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Licenciatura em Matemática
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Universidade Federal de Mato Grosso
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Considerações prévia: Para dar início a esta aula, será necessário explicarmos o
funcionamento dela, detalhando os objetivos, os conteúdos e os recursos que
serão utilizados pelos alunos.
Nesta aula, teremos como
objetivos particulares:
Compreender operações de radicais e;
Descobrir a realizações de simplificações de
expressões;
Os
procedimentos serão divididos em 4 momentos: A primeira centrará no elemento
motivação. A segunda e terceira
consiste em explicações e exemplos e o último exercícios. Para analisarmos se
os objetivos propostos inicialmente foram cumpridos, os alunos irão passar por
uma avaliação descrita abaixo. Durante o aluno e levado a entender o
processo trabalhado na aula, contendo a prática das atividades.
Número de participantes: 8
Carga horária: 1 hora
Público alvo: 9º ano (Ensino
Fundamental)
Recursos necessários: Computador com
data-show, quadro e giz ou pincel.
Materiais: 8 folhas A4.
Introdução: Duração: (5 minutos).
O professor explicitar o método de
trabalho para a aula, os objetivos, os conteúdos e atividades.
Objetivos: Compreender
operações de radicais;
Descobrir a realizações de simplificações de expressões;
Conteúdo: Operações de radicais.
Procedimentos: Duração total: (55
minutos).
(10 minutos)
Motivação da
aula mostrará como resolver uma operação do tipo 2√2 + 2,5√2 não é uma tarefa complicada. De fato, usando
o fato de que √2 = √2 , teremos a possibilidade de coloca √2 em evidencia, assim ficaria;
(2 + 2,5) √2
Logo a solução é dada por (2 + 2,5) √2 = 4,5 √2
É a partir desta ideia inicia daremos
continuidade como uma motivação para as atividades futuras.
E
se tivéssemos que resolver uma expressão 2√2 . 2,5√2 ? Observe que agora não há uma soma entre os termos,
impossibilitando o método de solução apresentado anteriormente. A ideia
motivacional é justamente tentar modificar a expressão para assim obter a
resolução de outros tipos de expressão.
(20 minutos)
RADICAIS SEMELHANTES
Radicais semelhantes são
os que têm o mesmo índice e o mesmo radicando
Exemplos de radicais
semelhantes
a) 7√5 e 2√5
b) 5³√2 e 4³√2
Exemplos de radicais não
semelhantes
a) 5√6 e 2√3
b) 4³√7 e 5√7
ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO
1º CASO: Os radicais não
são semelhantes
Devemos proceder do
seguinte modo:
a) Extrair as raízes
(exatas ou aproximadas)
b) Somar ou subtrair os
resultados
Exemplos
1) √16 + √9 = 4 + 3 = 7
2) √49 √25 = 7 – 5 = 2
3) √2 + √3 = 1,41 + 1,73
= 3,14
Neste último exemplo, o
resultado obtido é aproximado, pois √2 e √3 são números irracionais
(representação decimal infinita e não periódica).
2º CASO: Os radicais são semelhantes.
Para adicionar ou subtrair radicais
semelhantes, procedemos como na redução de termos semelhantes de uma soma
algébrica.
Exemplos:
a) 5√2 + 3√2 = (5+3)√2 = 8√2
b) 6³√5 2
³√5 = (6 – 2) ³√5 = 4³√5
c) 2√7 6√
7 + √7 = (2 – 6 +1) √7 = 3√7
3º CASO: Os radicais tornam-se semelhantes
depois de simplificados.
Exemplos
a) 5√3 + √12 =
5√3 + √2².3 =
5√3 + 2√3 =
7√3
b) √8 + 10√2 √50
√2².√2 +10√2 √5². √2 =
2√2 + 10√2 5√2 =
7√2
(10 minutos)
MULTIPLICAÇÃO E DIVISÃO
1º Caso: Os radicais têm o mesmo índice
Efetuamos a operação entre os
radicandos.
Exemplos:
a) √5 . √7 = √35
b) 4√2 . 5√3 = 20√6
c) ⁴√10 : ⁴√2 = ⁴√5
d) 15√6 : 3√2 = 5√3
2º Caso: Os radicais não têm o mesmo índice.
Inicialmente devemos reduzi-los ao
mesmo índice.
Exemplos
a) ³√2 . √5 = ⁶√2² . ⁶√5³ = ⁶√4 . ⁶√125 = ⁶√500
b)⁵√7 :
√3 = ¹⁰√7² : ¹⁰√3⁵ = ¹⁰√49/243
(15 minutos)
EXERCÍCIOS
1) Simplifique os radicais e efetue
as operações:
a) √2 + √32= 5√2
b) √27 + √3 = 4√3
c) 3√5 + √20 = 5√5
d) 2√2 + √8 = 4√2
e) √27 + 5√3
2) Efetue as multiplicações e
divisões:
a) √2 . √7 = √14
b) ³√5 . ³√10 = ³√50
c) ⁴√6 . ⁴√2 = ⁴√12
d) √15 . √2 = √30
e) ³√7 . ³√4 = ³√28
3) Multiplique os radicais e
simplifique o produto obtido:
a) √2 . √18 = 6
b) √32 . √2 = 8
c) ⁵√8 . ⁵√4 = 2
d) ³√49 . ³√7 = 7
Avaliação: Observar o envolvimento dos alunos,
de forma individual e coletivamente, acerca dos processos solicitados,
analisando o trabalho executado, comparar esse resultado com outros e, ainda,
tentar prever o potencial de crescimento de cada estudante. Motivação e empenho
na execução das atividades e no desenvolvimento de atitudes na interação,
cooperação e organização.
Conclusão:
Durante esta aula o aluno e
levado a entender o processo de operações de radicais através de explicações e
exemplos, através da prática das atividades.
Referência
bibliografia
Blog de Antonio Carlos
Carneiro Barroso, Ensino de Matemática Disponível em: <http://ensinodematemtica.blogspot.com.br/2011/05/operacoescomradicais.html>.
Acesso em 02 jan. 2017.


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