Nos planos de aula aplicados pude observa as características dos alunos, o desenvolvimento, o relacionamento professor e aluno e vice versa, as tendências metodológicas da docência, a atuação do docente em sala de aula, os conteúdos e objetivos trabalhados em cada aula e a definição do modo de avaliação.Lecionando a aula que propus tive a intenção de poder aprender a dinâmica de cada aula e cada professor com seus métodos, técnicas e procedimentos docentes, além de presenciar as dificuldades pedagógicas encontradas em cada conteúdo e aula.Em todo esse tempo como participante no curso de Estágio Supervisionado II pude perceber a influência do professor com seus alunos, e de seus educandos com seus docentes, de como os dois se aprimoram na troca de conhecimentos. Durante este exercício de planejamento percebi a importância desta ação para alcançamos os objetivos idealizados para as aulas, assim podendo preparar-se as diversidades de sala de aula.
Identificação
Tema
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Raízes das funções quadráticas
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Prof.
|
Vilmar Costa Silva
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e-mail
|
vilmar.mat@outlook.com
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Curso
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Licenciatura em Matemática
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Universidade Federal de Mato Grosso
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Considerações prévias: Para dar inicio a esta aula, separamos os alunos em grupos
de 2 ou 3 estudantes, a partir daí explicaremos sobre o funcionamento do
software Geogebra, depois permitiremos que os alunos o explorem. Neste momento,
alguns alunos poderão solicitar bastante o auxilio do professor, pois não estão
habituados a realizar este tipo de atividade e, também porque terão algumas
dúvidas sobre o software, o que é natural, pois, nunca tinham trabalhado com o
Geogebra. Será distribuído os papeis para realizar as atividades.
Nesta aula, teremos como
objetivos particulares:Compreender a raízes das funções quadráticas e;
Descobrir realizações por intermédio de investigações por meio do Geogebra.
A
metodologia que utilizaremos para cumprir tais objetivos é o de Ensino de Matemática via Tecnologia
de Informação e Comunicação.
Os
procedimentos serão divididos em 4 momentos: A primeira centrará no elemento
motivação. A segunda consiste no elemento
de modernização. O terceiro sobre
elemento de facilitação e o último dos elementos de mudança. Para analisarmos
se os objetivos propostos inicialmente foram cumpridos, os alunos irão passar
por uma avaliação descrita abaixo. Durante esta atividade o aluno é
levado a um processo de exploração, juntamente com a procura da sua explicação
e concretização.
Número de participantes: 8
Carga horária: 1 hora
Público alvo: 1º ano do ensino médio
Recursos necessários: Laboratório munido
de um computador por duplas, internet, data-show, quadro e giz/ pincel.
Materiais: 8 folhas A4.
Método: A utilização TIC na Educação
Matemática deve seguir alguns pressupostos que atendam a objetivos concretos de
ensino. Segundo Lendo Ramos Brandão (s/d) como, por exemplo:
Estabelecer relação entre o que é apresentado
para estudo e situações reais do cotidiano; Promover realizações de descobertas por
intermédio da investigação; Possibilitar situações onde a autonomia seja
considerada no processo de ensinar e aprender; Submeter os sujeitos aprendizes à
experimentação/simulação para levantamento de conjecturas e hipóteses,
auxiliares na construção do conhecimento.
Professor e aluno tornam-se atores
cooperativos e, dessa forma, desenvolvem-se e constroem novos conhecimentos. A
relação professor-aluno toma uma dimensão diferente normalmente na sala de
aula, o professor é a autoridade e o detentor do conhecimento, pois, em dado
momento em que o professor não domina certo conhecimento referente às
tecnologias, o aluno, que domina, assim ambos pode se complementar.
Introdução: Duração: (15 minutos).
Para dar inicio a esta
aula, separamos os alunos em grupos de 2 ou 3 estudantes, a partir daí
explicaremos sobre o funcionamento do software Geogebra, depois permitiremos
que os alunos o explorem. Neste momento, alguns alunos poderão solicitar
bastante o auxilio do professor, pois não estão habituados a realizar este tipo
de atividade e, também porque terão algumas dúvidas sobre o software, o que é
natural, pois, nunca tinham trabalhado com o Geogebra. Será distribuído os
papeis para realizar as atividades.
Objetivos: Compreender
raízes das
funções quadráticas e;
Descobrir realizações por intermédio
de investigações por meio do Geogebra;
Conteúdo: Raízes das funções
quadráticas.
Procedimentos: Duração total: (40
minutos).
(5 minutos) Elemento de
motivação para
aumentar o interesse dos alunos pelas aulas. Com um primeiro momento trazermos
figuras de 3 dimensões, como uma esfera, cônica e etc., e com estas figuras
podemos dar-lhes meios para encontrarem curvas que constituem as mesmas.
(5 minutos) Elemento de modernização, por fazer parte dos diversos âmbitos da sociedade. A
modernização para a vida do aluno será a apresentação formal do Geogebra,
apesar de que o computador já faz parte do cotidiano das pessoas, mas pode ser
que este software não está no dia a dia de todos os alunos.
(20 minutos) Elemento de facilitação: para realizar tarefas que podem ser
feitas manualmente, como a construção de gráficos, aqui o software facilitará
na visualização. Após uma aula expositiva sobre as raízes
das funções quadráticas e suas propriedades seguindo-se da resolução de
problemas e exercícios para consolidar a matéria, os alunos desenvolveram uma
primeira atividade no Geogebra. Que serão distribuídos papéis para as
atividades dos grupos, cujo objetivo principal consistiu em explorar o conceito
de raízes das funções quadráticas.
Exemplos das funções quadráticas para que a parti daí possa observar se
a função possui raiz, que serão trabalhadas na atividade: f(x)= x²; g(x)= x²+2; h(x)= x²-1; p(x)= x²+x+1; q(x)= 2x²+1; r(x)= -2x²
-2; s (x)= 3x²+3; t(x)= 3x²+2x+4; u(x)= -4x²+3x-2.
(10
minutos) Elemento de mudança: Com esta atividade pretendeu-se que
o aluno compreendesse a importância dos parâmetros a, b e c
da função quadrática e, por sua vez, conseguisse estudar o sentido da
variação da função e conseguindo relaciona as raízes com as vezes que a função
intercepta o eixo x. Assim, os alunos estudaram a influencia de a,
b e c na representação gráfica
de y= ax²+bx+c, onde
trabalharemos. Podendo concluir que o número máximo de raízes reais do
polinômio quadrático, ou seja, de grau 2
é 2 raízes. Se a = 0, a função quadrática se torna
uma função afim do tipo y= bx+c.
Relativamente ao parâmetro c da função foi possível
observar que a sua alteração correspondia à alteração do valor da ordenada
quando a abscissa e zero.
Avaliação: Duração: (5 minutos).
Os aspectos a serem avaliados serão a capacidade de
comunicação, no sentido em que os alunos deverão comunicar os conceitos,
raciocínios e ideias oralmente e por escrito, com clareza e rigor lógico,
interpretar textos de matemática relativamente ao vocabulário especifico, assim
como, apresentar textos de forma e organizada.
Para avaliar este aspecto, será solicitada aos alunos
a entrega de um relatório da atividade num ficheiro Word que no final da aula
foi enviado ao professor via e-mail. Daí que o trabalho tenha sido elaborado em
grupo, para permitir a comunicação, interação, discussão e argumentação da
atividade em desenvolvimento, tornando a aprendizagem mais enriquecedora querem
para o aluno quer para o professor.
Conclusão:
Durante
esta atividade o aluno e levado a um processo de exploração juntamente com a
procura da sua explicação e concretização da mesma pela elaboração de um
relatório final, que enviou ao professor no final da aula.
Referência
bibliográfica
CARNEIRO, Reginaldo Fernando.;
PASSOS, Cármen L. B. A utilização das Tecnologias
da Informação e Comunicação nas aulas de Matemática: Limites e possibilidades.
In: REVISTA ELETRÔNICA DE EDUCAÇÃO, v. 8,
n. 2, p. 101-119, 2014.
Identificação
Tema
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Juros Compostos
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Prof.
|
Vilmar Costa Silva
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e-mail
|
vilmar.mat@outlook.com
|
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Curso
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Licenciatura em Matemática
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Universidade Federal de Mato Grosso
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Considerações prévias: Para dar início a esta aula, será necessário explicarmos o
funcionamento dela, detalhando os objetivos, os conteúdos e os recursos que serão
utilizados pelos alunos. Será distribuída uma folha A4 para cada aluno realizar
a atividade.
Nesta aula, teremos como
objetivos particulares:
Compreender juros compostos;
Estimular o aluno a buscar conexões entre os
dados e o que é solicitado e;
Interpretar problemas matemáticos
A
metodologia que utilizaremos para cumprir tais objetivos é o de Ensino de Matemática via resolução de
problemas.
Os
procedimentos serão divididos em 4 etapas: No primeiro, tem-se um problema e sua compreensão. Em segundo
urge um plano de como vai ser os procedimentos para resolver este problema. No
terceiro passo é dada a execução das estratégias traçadas no plano e por final
uma revisão de todo o caminho percorrido. Para analisarmos se os objetivos propostos inicialmente foram cumpridos,
os alunos irão passar por uma avaliação descrita abaixo. Durante esta
atividade o aluno é levado a um processo de exploração, juntamente com a
procura da sua explicação e concretização.
Número de participantes: 8
Carga horária: 1 hora
Público alvo: 1º ano do ensino médio
Recursos necessários: Quadro e giz/
pincel.
Materiais: 8 folhas A4.
Método: No contexto da resolução de
problemas tenta-se resolver um problema proposto, o discente a partir de seus
conhecimentos prévios organizados estratégias para a resolução deste problema,
dessa forma, durante esse processo o discente percebe a importância de buscar
novas ferramentas ou informações para resolver o problema. Isto instiga a troca
de ideias e a significação de informações. Em suma, o objetivo da resolução de
problemas consiste em fazer o aluno pensar, desenvolver o raciocínio, ensinar á
ele enfrentar situações novas, tornar a aula mais interessante e desafiadora,
dar equipamentos para a solução do problema e uma explicação do embasamento
matemático. Assim, durante este desenvolvimento há alguns passos.
No primeiro, tem-se um problema e sua
compreensão seja de palavras, símbolos ou linguagem. Em segundo urge um plano
de como vai ser os procedimento para resolver este problema, ou seja, para
atingir a meta alcançada. No terceiro passo é dada a execução das estratégias
traçadas no plano e por final uma revisão de todo o caminho percorrido que tem
como intuito averiguar a eficácia das estratégias utilizadas, esta etapa na
verdade serve para correção de possíveis erros.
Portanto, o professor deve manter o
foco para os objetivos que deseja alcançar para que o procedimento e os
elementos utilizados sejam suficientes para a busca da solução do problema. E
para garantir o desenvolvimento da autonomia frente às situações problemas é
preciso que o aluno diante do problema dado, levante hipóteses e as analise de
forma que seja enfatizado o conhecimento.
Introdução: Duração: (8 minutos)
Tempo reservado para o professor
explicitar o método da aula, os objetivos, os conteúdos e os recursos que serão
utilizados pelos alunos.
Objetivos:
Compreender juros compostos; Estimular o aluno a buscar conexões entre os dados
e o que é solicitado; Interpretar problemas matemáticos.
Conteúdo:
Juros Compostos
Desenvolvimento: Duração: (45
minutos)
O professor anunciar a situação problema e a
resolução do problema proposto, conforme as etapas sugeridas.
Situação-Problema:
O
jovem Marx alocado na cidade de Barra do Garças que realizar uma aplicação
financeira de R$ 1.000,00 reais numa determinada agencia bancaria da
localidade, durante 5 meses, sabendo que à taxa de juros neste local é de 2% ao
mês, contada uma capitalização mensal. Quanto em reais o Marx obterá no fim
destes 5 períodos de capitalização?
Procedimentos metodológicos:
1ª Etapa:
Compreensão do problema
O que é solicitado? Quanto em reais o Marx
obterá no fim destes 5 períodos de capitalização. Quais são as condições?
Aplicação financeira de R$ 1.000,00 numa determinada agencia bancaria da
localidade, durante 5 meses, sabendo que à taxa de juros neste local é de 2% ao
mês. É possível satisfazer as condições e elas são suficientes ou não para
determinar a solução? Sim. Faltam dados? Não.
2ª Etapa
·
Construção de uma estratégia de resolução
Após ter os dados corretos
através das relações, o professor volta estimular o estudante a buscar conexões
entre os dados e o que é solicitado, instigando. Esta etapa é o momento do
estudante desenvolver um plano para descobrir o melhor percurso (O valor em
reais do ganho n aplicação) e pensar na estratégia para execução do plano.
Finalizada a discussão, o novo problema a ser resolvido é: Qual o valor ganho
no primeiro período de capitalização? No Segundo? Terceiro? Quarto? É no
Quinto?
O professor deve fazer
os estudantes refletirem sobre como utilizar os conceitos de juros compostos já
ensinado em sala.
3ª Etapa
·
Execução de uma estratégia escolhida
Após ter o plano em mãos, observaremos as concepções
dos alunos frente à demonstração esboçaremos uma reflexão de resolução.
Juros compostos é a aplicação de
juros sobre juros, isto é, os juros compostos são aplicados ao montante de cada
período.
Juros
compostos são muito utilizados pelo sistema financeiro, pois oferece uma
rentabilidade melhor. A taxa de juros é sempre aplicada ao somatório do capital
no final de cada mês.
Para
entender melhor veja com fica a aplicação mês a mês dos juros:
Primeiro mês: M = C x (1+ i)
Segundo mês: M = C x (1+ i) x (1+i)
Terceiro mês: M = C x (1+ i) x (1+i) x (1+i)
Quarto mês: M
= C x (1+ i) x (1+i) x (1+ i) x (1+i)
Quinto
mês: M = C x (1+ i) x (1+i) x (1+ i) x
(1+i) x (1+i)
Para
simplificar, obtemos a fórmula a seguir que representa juros compostos:
M = C
x (1+ i) ͭ
Onde
M é o montante final, i é a taxa de juros aplicada, C é o capital ou valor
inicial e t é o tempo total.
O
cálculo somente dos juros é obtido pela seguinte fórmula:
J = M
- C
Onde
J é o juro total, M é o montante que pode ser calculado pela fórmula acima e C
é o capital.
Algo
importante saber que:
Quando
aplicamos esta fórmula devemos ficar atentos aos seguintes:
·
Se a taxa i for ao ano, o tempo t deve
ser reduzido à unidade de ano;
·
Se a taxa i for ao mês, o tempo t deve
ser reduzido a unidade de mês;
·
Se a taxa i for ao dia, o tempo t deve
ser reduzido a unidade de dia;
·
Ambos devem ser escritos em decimal.
Vamos
agora observando o crescimento do capital a cada período de capitalização,
temos:
1º
período:
100% ⇒ R$ 1.000,00
102% ⇒ M = R$ 1.020,00 (esta é a
nova base de cálculo paro o período seguinte)
Capital
|
Montante
|
|
2º período:
|
R$ 1.020,00 × 1,02
|
= R$ 1.040,40
|
3º período:
|
R$ 1.040,40 × 1,02
|
= R$ 1.061,21
|
4º período:
|
R$ 1.061,21 × 1,02
|
= R$ 1.082,43
|
5º período:
|
R$ 1.082,43 × 1,02
|
= R$ 1.104,08
|
Portanto, o montante ao final dos 5 meses será R$ 1.104,08.
Assim, juntamente com os alunos, chegaremos a uma forma
conceitual de resolver o problema proposto pelo experimento em discussão,
usando as formulas e conceitos de juros compostos como alicerce.
4ª Etapa
·
Revisão da solução
O
momento de fazer um teste prática, neste caso o professor juntamente com os
alunos irão fazer o cálculo da seguinte forma conceitual, já estudada:
M =
R$ 1.000 × 1,02 × 1,02 × 1,02 × 1,02 × 1,02
M =
R$ 1.000 × (1,02)
M =
R$ 1.000 × 1,10408
M =
R$ 1.104,08
Este é o montante em um período de 5
meses. Podemos assim verificar de fato se estes valores correspondentes a
resposta adequada.
Avaliação:
Observar o envolvimento dos alunos, de forma individual e coletivamente,
referente aos processos solicitados, analisando o trabalho executado, comparar
esse resultado com outros e, ainda, tentar prever o potencial de crescimento de
cada estudante. Motivação e empenho na execução das atividades e no
desenvolvimento de atitudes na interação, cooperação e organização.
Conclusão: Duração: (7 minutos)
Este tempo está destinado, para uma
breve revisão do que foi aprendido através do problema, e se foi alcançado tais
objetivos.
Referência
bibliográfica
Matemática Básica Juros Compostos.
Disponível em: <http://matematicabasica.net/juroscompostos/>. Acesso em 28 dez. 2016.
Identificação
Tema
|
Identidades Trigonométricas
|
|
Prof.
|
Vilmar Costa Silva
|
|
e-mail
|
vilmar.mat@outlook.com
|
|
Curso
|
Licenciatura em Matemática
|
|
Universidade Federal de Mato Grosso
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Considerações prévias: Para dar início a esta aula, será necessário explicarmos o
funcionamento dela, detalhando os objetivos, os conteúdos e os recursos que
serão utilizados pelos alunos.
Nesta aula, teremos como
objetivos particulares:
Compreender
a história e os conceitos das identidades trigonométricas.
Os
procedimentos serão divididos em 4 momentos: A primeira centrará no elemento
motivação e história. A segunda e
terceira consiste em explicações e exemplos e o último exercícios. Para
analisarmos se os objetivos propostos inicialmente foram cumpridos, os alunos
irão passar por uma avaliação descrita abaixo. Durante esta atividade o
aluno é levado a um processo de exploração, juntamente com a procura da sua
explicação e concretização.
Número de participantes: 8
Carga horária: 1 hora
Público alvo: 2º ano do ensino médio
Recursos necessários: Data-show, quadro e
giz/ pincel.
Materiais: 8 folhas A4.
Introdução: Duração: (5 minutos).
O professor explicitar o método de
trabalho para a aula, os objetivos, os conteúdos e atividades.
Objetivos: Compreender
a história e os conceitos das identidades trigonométricas.
Conteúdo: Identidades
Trigonométricas.
Procedimentos: Duração total: (50
minutos).
(15 minutos)
Motivação
A trigonometria, como os
outros ramos da matemática, não foi obra de um só homem - ou nação. Teorema
sobre as razões entre lados de triângulos semelhantes tinham sido conhecidos e
usados pelos antigos egípcios e babilônios.
Conceito de medida de
ângulo, tal estudo seria melhor chamado “trilaterometria”, ou medida de
polígonos de três lados (triláteros), do que “trigonometria”, a medida de
partes de um triangulo. Com os gregos pela primeira vez encontramos um estudo
sistemático de relações entre ângulos (ou arcos) num circulo e os comprimentos
das cordas que os subentendem.
As propriedades das
cordas, como medidas de ângulos centrais ou inscritos em círculos, eram
conhecidas dos gregos do tempo de Hipócrates, e é provável que Eudoxo tenha
usado razões e medidas de ângulos para determinar o tamanho da terra e as
distâncias relativas do Sol e da Lua. Nas obras de Euclides não há
trigonometria no sentido estrito da palavra, mas há teoremas equivalentes a
leis ou formas trigonométricas especificas.
A trigonometria possui
uma infinidade de aplicações práticas. Desde a antiguidade já se usava da
trigonometria para obter distâncias impossíveis de serem calculadas por métodos
comuns.
Algumas aplicações da
trigonometria são: Determinação da altura de um prédio. Os gregos determinaram
a medida do raio de terra, por um processo muito simples. Seria impossível se
medir a distância da Terra à Lua, porém com a trigonometria se torna simples.
Um engenheiro precisa saber a largura de um rio para construir uma ponte, o
trabalho dele é mais fácil quando ele usa dos recursos trigonométricos. Um
cartógrafo (desenhista de mapas) precisa saber a altura de uma montanha, o
comprimento de um rio, etc. Sem a trigonometria ele demoraria anos para
desenhar um mapa.
A palavra seno vem de
sinus. Sinus é a tradução latina da palavra árabe Jaib, que significa dobra,
bolso ou prega de uma vestimenta. Isto não tem nada a ver com o conceito matemático
de seno. Trata-se de uma tradução defeituosa, que infelizmente dura até hoje. A
palavra árabe adequada, a que deveria ser traduzida, seria jiba, em vez de
jaib. Jiba significa a corda de um arco (de caça ou de guerra).
Quanto ao termo tangente,
ele tem significado claro, pois tg (x) = t/r, onde t é o segmento da tangente
compreendido entre a extremidade do raio (um dos lados do ângulo x) e o
prolongamento do outro lado.
A secante do ângulo x é
definida pela fórmula sec (x) = s/r, onde s é a hipotenusa do triângulo
retângulo cujos catetos o raio r e o segmento de tangente t. Como o segmento de
reta s corta o círculo (secare = cortar, em latim), a denominação secante se
justifica.
Finalmente,
cosseno, cotangente e cossecante são simplesmente o seno, a tangente e a
secante do arco complementar.
A palavra cateto vem de
Kátetos e quer dizer vertical ou perpendicular. A palavra hipotenusa vem
de hypoteínousa e significa linha estendida por baixo.
Neste momento passarei um
vídeo descrevendo sobre as construções e aplicações da trigonometria, alocado
no endereço: <https://www.youtube.com/watch?v=9G3ga_2yAxI>
(20 minutos)
Chamamos pelo nome de
identidades trigonométricas as equações que envolvem funções trigonométricas,
desde que sejam verdadeiras para todos os valores das variáveis envolvidas. São
utilizadas para simplificar expressões envolvendo funções trigonométricas.
Estas se configuram como
igualdades de funções trigonométricas, desde que ambos os lados da igualdade
sejam válidos no domínio das funções que são envolvidas.
Um exemplo de identidade
trigonométrica são as relações trigonométricas e as relações derivadas.
Identidades
trigonométricas fundamentais:
sen² x + cos² x = 1, ∀x, x ∈ R
tg x = sen x / cos x , ∀x, x ≠ π/2 + k π
cotg x = cos x / sen x , ∀ x, x ≠ k π
sec x =1 /cos x , ∀x, x ≠ π/2 + k π
cossec x = 1 / sen x , ∀x, x ≠ k π
Exemplo:
Tg²
(x) . (cos (x) – sen (x)) = sen (x) . (tg(x) – tg² (x))
A primeira expressão, tg² (x) . (cos
(x) – sen (x)), será chamada de f(x), enquanto a segunda sen (x) . (tg (x) –
tg² (x)) será chamada de g(x).
f(x) = tg² (x) . (cos
(x) – sen (x))
f(x)
= tg² (x). cos (x) – tg² (x). sen (x)
A partir disso, podemos substituir a
tg² (x) pelo quociente sem² (x) : cos² (x), conforme demonstrado abaixo.
Com a simplificação, chegamos:
Chegamos, finalmente, à: f(x)= sen(x).tg(x)–tg²(x).sen(x) que, quando colocado o termo sen(x) em
evidência, fica: f(x)= sen(x).(tg(x)–tg²(x))
Aí, finalmente, chegamos ao que
dissemos no início. g(x)= sen(x).(tg(x)–tg²(x)) e, portanto, podemos
concluir que f(x)= g(x).
Com isso, chegamos à conclusão de que
a identidade, neste caso, é verdadeira.
(15
minutos)
EXERCÍCIOS
1) Simplifique a expressão sen(x) cos
² (x) − sen(x)
Resposta:
Usando a identidade Pitagórica sen ²
(x) + cos ² (x) = 1:
sen(x)
[1 − sen ² (x)] − sen(x) = sen(x) − sen ³ (x) − sen(x) = −sen ³
(x)
2) Dado sen x = 3/5 e π/2 < x <
3π/2, calcule cos x, tg x, sec x, cossec x e cotg x.
RESPOSTA:
Sabendo que
sen ² x + cos ² x = 1 ⇒ cos ² x = 1 – sen ² x ⇒ cos ² x = 1 – (3/5) ² ⇒ cos ² x = 1 – 9/25 ⇒ cos ² x = 16/25 ⇒ cos x = ±4/5
Como π/2 < x < 3π/2, temos que
cos x < 0
Logo,
cos x = –4/5
tg
x = sen x / cos x = 3/5 . (–5/4) = –3/4
cotg
x = cos x / sen x = (− 4/5) . 5/3 = −4/3
sec
x = 1/cos x =1 . –(5/4) = − 5/4
cossec
x = 1 / sen x = 1. 5/3 = 5/3
3) (FUVEST—SP) A expressão cos²
θ / 1 – sen θ, com sen θ ≠ 1, é igual a:
a) sen θ b) sen θ + 1 c) tg θ .
cos θ d)1 e) sen θ /
sec θ
RESPOSTA:
cos²
θ / 1 – sen θ = 1 - sen² θ / 1 – sen
θ = (1 - sen θ). (1 + sen θ) / 1 – sen θ = 1 + sen θ
(5 minutos)
Avaliação: Observar o envolvimento dos alunos,
de forma individual e coletivamente, acerca das atividades solicitadas,
analisando o trabalho executado, comparar esse resultado com outros e, ainda,
tentar prever o potencial de crescimento de cada estudante. Motivação e empenho
na execução das atividades e no desenvolvimento de atitudes na interação,
cooperação e organização.
Conclusão:
Durante esta aula o aluno e
levado a entender o processo de operações de radicais através de explicações,
exemplos e das práticas das atividades.
Referências
bibliográficas
CARNEIRO, Reginaldo Fernando.;
PASSOS, Cármen L. B. A utilização das
Tecnologias da Informação e Comunicação nas aulas de Matemática: Limites e
possibilidades. In: REVISTA
ELETRÔNICA DE EDUCAÇÃO, v. 8, n. 2, p. 101-119, 2014.
Identificação
Tema
|
Raiz de um polinômio
|
|
Prof.
|
Vilmar Costa Silva
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e-mail
|
vilmar.mat@outlook.com
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Curso
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Licenciatura em Matemática
|
|
Universidade Federal de Mato Grosso
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Considerações prévias: Para dar inicio a esta aula, separamos os alunos em grupos de
2 ou 3 estudantes, a partir daí explicaremos sobre o funcionamento do software
Geogebra, depois permitiremos que os alunos o explorem. Neste momento, alguns
alunos poderão solicitar bastante o auxilio do professor, pois não estão habituados
a realizar este tipo de atividade e, também porque terão algumas dúvidas sobre
o software, o que é natural, pois, nunca tinham trabalhado com o Geogebra. Será
distribuído os papeis para realizar as atividades.
Nesta aula, teremos como
objetivos particulares:
Compreender
a raiz de um polinômio e;
Descobrir realizações por intermédio de
investigações por meio do Geogebra.
A
metodologia que utilizaremos para cumprir tais objetivos é o de Ensino de Matemática via Tecnologia
de Informação e Comunicação.
Os
procedimentos serão divididos em 4 momentos: A primeira centrará no elemento
motivação. A segunda consiste no elemento
de modernização. O terceiro sobre
elemento de facilitação e o último dos elementos de mudança. Para analisarmos
se os objetivos propostos inicialmente foram cumpridos, os alunos irão passar
por uma avaliação descrita abaixo. Durante esta atividade o aluno é
levado a um processo de exploração, juntamente com a procura da sua explicação
e concretização.
Número de participantes: 8
Carga horária: 1 hora
Público alvo: 3º ano do ensino médio
Recursos necessários: Laboratório munido
de um computador por duplas, internet, data-show, quadro e giz/ pincel.
Materiais: 8 folhas A4.
Método: A utilização TIC na Educação
Matemática, com os objetivos atitudinais citados por Ramos Brandão (s/d), como
citado anteriormente.
Introdução: Duração: (15 minutos).
Para dar inicio a esta aula,
separamos os alunos em grupos de 2 ou 3 estudantes, a partir daí explicaremos
sobre o funcionamento do software Geogebra, depois permitiremos que os alunos o
explorem. Neste momento, alguns alunos poderão solicitar bastante o auxilio do
professor, pois não estão habituados a realizar este tipo de atividade e,
também porque terão algumas dúvidas sobre o software, o que é natural, pois,
nunca tinham trabalhado com o Geogebra. Será distribuído os papeis para
realizar as atividades.
Objetivos: Compreender
raiz de um
polinômio e; Descobrir
realizações por intermédio de investigações por meio do Geogebra;
Conteúdo: Raiz de um polinômio.
Procedimentos: Duração total: (40
minutos).
(5 minutos) Elemento de
motivação para
aumentar o interesse dos alunos pela aula. Neste momento trazermos figuras de 3
dimensões, como uma esfera, cubo, cônica e etc., e com estas figuras estugá-los
a encontrarem curvas que constituem as mesmas.
(5 minutos) Elemento de modernização, por fazer parte dos diversos âmbitos da sociedade. A
modernização para a vida do aluno será a apresentação formal do Geogebra,
apesar de que os computadores já faz parte do cotidiano de diversos alunos, mas
pode ser que este software ainda não esteja.
(20 minutos) Elemento de facilitação: para realizar tarefas que podem ser
feitas manualmente, como a construção de gráficos, aqui o software facilitará
na visualização. Após uma aula expositiva sobre a função afim e suas
propriedades seguindo-se da resolução de problemas e exercícios para consolidar
a matéria, os alunos desenvolveram uma primeira atividade no Geogebra. Que
serão distribuídos papéis para as atividades dos grupos, cujo objetivo
principal consistiu em explorar o conceito de polinômios e suas raízes.
Exemplos das funções polinomiais para que a parti daí possa observar se
a função possui raiz, que serão trabalhadas na atividade: f(x)= xº+2; g(x)= x ; h(x)= πx+1 ; p(x)=
x² ; q(x)= x²+1 ; r(x)= x³
; s(x)= 3x³+3; t(x)= xª , onde a = 4 ; u(x)=
4xª+2, onde a = 4.
(10
minutos) Elemento de mudança: Com esta atividade pretende-se que o
aluno compreenda a importância dos parâmetros m e b da função
polinomial e, por sua vez, que consiga entender o sentido da variação da função
e conseguindo relaciona as raízes com o grau do polinômio. Assim, os alunos
estudaram a influencia de m e b na representação gráfica de y
= m xª + b, onde trabalharemos com a (o grau do polinômio) variando de 0 a 4 e sendo m e b números
reais. Podendo concluir que o número máximo de raízes reais do polinômio não
nulo com grau a é a.
Se m=0, a função e constante e o seu gráfico e uma reta horizontal.
Relativamente ao parâmetro b da função foi possível observar que a sua
alteração correspondia à alteração do valor da ordenada quando a abscissa e
zero.
Avaliação: Duração: (5 minutos).
Os
aspetos a serem avaliados serão a capacidade de comunicação, no sentido em que
os alunos deverão comunicar conceitos, raciocínios e ideias oralmente e por
escrito, com clareza e rigor lógico, interpretar textos de matemática
relativamente ao vocabulário especifico, assim como, apresentar textos de forma
e organizada.
Para
avaliar este aspecto, será solicitada aos alunos a entrega de um relatório da
atividade num ficheiro Word que no final da aula foi enviado ao professor via
e-mail. Daí que o trabalho tenha sido elaborado em grupo, para permitir a
comunicação, interação, discussão e argumentação da atividade em
desenvolvimento, tornando a aprendizagem mais enriquecedora querem para o aluno
quer para o professor.
Conclusão:
Durante
esta atividade o aluno e levado a um processo de exploração juntamente com a
procura da sua explicação e concretização da mesma pela elaboração de um
relatório final, que enviou ao professor no final da aula.
Referência
bibliográfica
CARNEIRO, Reginaldo Fernando.;
PASSOS, Cármen L. B. A utilização das
Tecnologias da Informação e Comunicação nas aulas de Matemática: Limites e
possibilidades. In: REVISTA
ELETRÔNICA DE EDUCAÇÃO, v. 8, n. 2, p. 101-119, 2014.
Identificação
Tema
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Medidas de dispersão: Desvio-Padrão
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Prof.
|
Vilmar Costa Silva
|
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e-mail
|
vilmar.mat@outlook.com
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Curso
|
Licenciatura em Matemática
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Universidade Federal de Mato Grosso
|
||
Considerações prévias: Para dar início a esta aula, será necessário explicarmos o
funcionamento dela, detalhando os objetivos, os conteúdos e os recursos que
serão utilizados pelos alunos. Em seguida será distribuída uma folha A4 para a
realização da atividade
Nesta aula, teremos como
objetivos particulares:
Compreender o desvio-padrão;
Estimular o aluno a buscar conexões entre os
dados e o que é solicitado e;
Interpretar problemas matemáticos
A
metodologia que utilizaremos para ministrar esta aula é o de Ensino de Matemática via resolução de
problemas, em 4 etapas – como descritas
anteriormente.
Número de participantes: 8
Carga horária: 1 hora
Público alvo: 3º ano do ensino médio.
Recursos necessários: Um computador com o
programa de Editor Microsoft Office Excel, data-show, quadro e giz/ pincel.
Materiais: 8 folhas A4.
Método: No contexto da resolução de
problemas tenta-se resolver um problema proposto, o discente a partir de seus
conhecimentos prévios organizados estratégias para a resolução deste problema,
dessa forma, durante esse processo o discente percebe a importância de buscar
novas ferramentas ou informações para resolver o problema. Isto instiga a troca
de ideias e a significação de informações. Em suma, o objetivo da resolução de
problemas consiste em fazer o aluno pensar, desenvolver o raciocínio, ensinar á
ele enfrentar situações novas, tornar a aula mais interessante e desafiadora,
dar equipamentos para a solução do problema e uma explicação do embasamento
matemático. Assim, durante este desenvolvimento há alguns passos.
No primeiro, tem-se um problema e sua
compreensão seja de palavras, símbolos ou linguagem. Em segundo urge um plano
de como vai ser os procedimento para resolver este problema, ou seja, para
atingir a meta alcançada. No terceiro passo é dada a execução das estratégias
traçadas no plano e por final uma revisão de todo o caminho percorrido que tem
como intuito averiguar a eficácia das estratégias utilizadas, esta etapa na
verdade serve para correção de possíveis erros.
Portanto, o professor deve manter o
foco para os objetivos que deseja alcançar para que o procedimento e os
elementos utilizados sejam suficientes para a busca da solução do problema. E
para garantir o desenvolvimento da autonomia frente às situações problemas é
preciso que o aluno diante do problema dado, levante hipóteses e as analise de
forma que seja enfatizado o conhecimento.
Introdução: Duração: (5 minutos)
Neste tempo é reservado para o
professor explicitar o método de trabalho para a aula, os objetivos, os
conteúdos e os recursos que serão utilizados pelos alunos.
Objetivos:
Compreender o desvio-padrão; Estimular o aluno a buscar conexões entre os dados
e o que é solicitado; Interpretar problemas matemáticos.
Conteúdo:
Medidas de dispersão: Desvio-Padrão
Desenvolvimento: Duração: (50
minutos)
Este tempo será utilizado para o professor
anunciar a situação problema e para resoluções do problema proposto, conforme
as etapas sugeridas.
Situação-Problema:
Em
uma turma de aluno, verificaram-se através da análise das notas de 15 alunos,
os seguintes desempenhos em conceitos da prova de matemática no período
bimestral são respectivamente, aluno 1 com nota 4,3; 2 com nota 4,5; 3 com 9; 4
com 6; 5 com 8; 6 com nota 6,7; 7 com 7,5; 8 com 10; 9 com 7,5; aluno 10 com
nota 6,3; 11 com 8; 12 com 5,5; 13 com 9,7; aluno 14 com nota 9,3 e aluno 15
com nota 7,5.
Observando
os dados desta turma, qual a estimativa da média das provas e do desvio-padrão?
Qual é o intervalo que a maioria das notas se concentrou?
Procedimentos metodológicos:
1ª Etapa:
Compreensão do problema
O que é solicitado? Os valores da média, desvio-padrão
e intervalo que a maioria das notas se concentra. Quais são as condições?
Desempenhos de 15 alunos seguidos de seus conceitos na prova de matemática
bimestral são, aluno 1 com nota 4,3; 2 com nota 4,5; 3 com 9; 4 com 6; 5 com 8;
6 com nota 6,7; 7 com 7,5; 8 com 10; 9 com 7,5; aluno 10 com nota 6,3; 11 com
8; 12 com 5,5; 13 com 9,7; aluno 14 com nota 9,3 e aluno 15 com nota 7,5. É
possível satisfazer as condições e elas são suficientes ou não para determinar
a solução? Sim. Faltam dados? Não.
2ª Etapa
·
Construção de uma estratégia de resolução
Após a descoberta dos dados e
das relações obtidas, o professor volta estimular o estudante a buscar conexões
entre os dados e o que é solicitado, instigando. Esta etapa é o momento do
estudante desenvolver um plano para descobrir o melhor percurso (ter encontrado
a estimativa dos valores pedidos) e pensar na estratégia para execução do
plano. Em seguida, peça aos alunos que façam uma representação dos dados em uma
tabela de duas colunas, uma com alunos e outra com as notas. Finalizada a
discussão, o novo problema a ser resolvido é: Qual a estimativa da média das
provas e do desvio-padrão? Para concluímos qual é o intervalo que a maioria das
notas se concentrou?
O professor deve fazer
os estudantes refletirem sobre como utilizar os conceitos de média e
desvio-padrão já ensinado em sala.
3ª Etapa
·
Execução de uma estratégia escolhida
Após ter o plano em mãos, observaremos as concepções
dos alunos frente à demonstração esboçaremos uma reflexão de resolução.
Uma vez que a variância envolve a
soma de quadrados, a unidade em que se exprime não é a mesma que a dos dados.
Assim, para obter uma medida da variabilidade ou dispersão com as mesmas
unidades que os dados, tomamos a raiz quadrada da variância e obtemos o desvio
padrão:
O desvio padrão é uma medida que só
pode assumir valores não negativos e quanto maior for, maior será a dispersão
dos dados. Algumas propriedades do desvio padrão, que resultam imediatamente da
definição, são o desvio padrão será maior, quanta mais variabilidade houver
entre os dados.
Onde o somatório dos valores das diferenças das
notas pela média ao quadrado, Xi é o
valor de uma das notas, X é a média entre as notas e n é o total de amostra neste
caso são 15 alunos.
Assim
calcularemos o valor da média das notas, somando as notas e dividindo o
resultado por 15 o número de notas.
4,3 +
4,5 + 9 + 6 + 8 + 6,7 + 7,5 + 10 + 7,5 + 6,3 + 8 + 5,5 + 9,7 + 9,3 + 7,5 = 109.8/15 = 7,32. Portanto o valor da média é 7,32.
Agora
faremos as somas da diferença da nota pela média ao quadrado
(4,3-7,32)²
+ (4,5-7,32) ² + (90-7,32) ² + (6-7,32) ² + (8-7,32) ² + (6,7-7,32) ² +
(7,5-7,32) ² + (10-7,32) ² + (7,5-7,32) ² + (6,3-7,32) ² + (8-7,32) ² + (5,5-7,32) ² + (9,7-7,32) ² + (9,3-7,32) ²
+ (7,5-7,32) ² = 44.164. Dividindo por (n-1) = 14, obtemos
3,15457143 e a raiz quadrada é o desvio-padrão que é aproximadamente 1,77.
Logo com este valor do desvio-padrão é com a média
podemos estimular que a maioria das notas concentrou-se em 9,09 e 5,55. Pois
7,32 + 1,77 = 9,09 e 7,32 -1,77 = 5,55.
Assim, juntamente com os alunos, chega-se numa forma
conceitual de resolver o problema proposto pelo experimento em discussão,
usando as formulas e conceitos de média e desvio-padrão como alicerce.
4ª Etapa
·
Revisão da solução
O momento de fazer um teste prático, neste
caso o professor irá utilizar o programa Editor
Microsoft Office Excel em seu computador para concluir de fato se estes
valores correspondentes à resposta adequada.
Avaliação:
Observar o envolvimento dos alunos, de forma individual e coletivamente,
isto referente às atividades solicitadas, analisando o trabalho executado,
comparar esse resultado com outros e, ainda, tentar prever o potencial de crescimento
de cada estudante. Motivação e empenho na execução das atividades e no
desenvolvimento de atitudes na interação, cooperação e organização.
Conclusão: Duração: (5 minutos)
Este tempo está destinado, para uma
breve revisão do que foi aprendido através do problema, e se foi alcançado tais
objetivos.
Referências
bibliográficas
A
resolução de problemas nas aulas de matemática: diagnosticando a prática
pedagógica. Disponivel em: < http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/setembro2012/matematica_artigos/artigo_rodrigues_magalhaes.pdf>.
Acessado em: 18/03/2016.
Pozo, Juan Ignacio (org.). A
solução de problemas – Aprender a resolver, resolver para aprender. Porto
Alegre: ArtMed, 1998.



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